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Fabio Porchat “trai” Edir Macedo após saída da Record e detona bispo em publicação

O humorista Fabio Porchat detonou um aliado direto de Edir Macedo (Foto: Montagem)
O humorista Fabio Porchat detonou um aliado direto de Edir Macedo (Foto: Montagem)

Fabio Porchat, que até ontem era contratado da Record, surpreendeu ao fazer uma dura crítica ao bispo da Igreja Universal, de Edir Macedo

Um dos maiores humoristas do Brasil, Fabio Porchat surpreendeu todo mundo no ano de 2016 quando anunciou que foi contratado pela Record. Na época, muito se discutiu sobre a adaptação do profissional no canal, principalmente por sua fama de fazer piadas com religião no canal Porta dos Fundos. Será que ele teria liberdade para falar o que quisesse na emissora de Edir Macedo, dono da Igreja Universal?

Ao que tudo indica, pelo menos segundo sempre falou o próprio Porchat, ele não foi censurado enquanto contratado pelo canal paulista. Se Porchat surpreendeu ao assinar com a Record, muita gente se chocou ainda mais com a rescisão do contrato, no final do ano passado. Isso porque o seu talk-show estava bastante consolidado na grade de programação, sem uma audiência fenomenal, mas que satisfazia a Record.

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Agora, Porchat votou a surpreender seus fãs e seguidores ao fazer uma dura crítica a um dos maiores amigos de Edir Macedo, o atual prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. Crivella, antes de entrar no mundo da política, era bispo da Igreja Universal e aliado direto do dono da Record, que muitos consideram ter trabalhado duro pela eleição do politico, em 2016.

O prefeito do Rio de Janeiro, para quem não sabe, polemizou recentemente ao ordenar uma censura contra um gibi dos Vingadores contendo um beijo gay que seria exibido na Bienal do Livro. As publicações foram removidas do evento e, após inúmeras críticas, Crivella veio a público explicar o porquê da retirada do material, atitude que foi considerada por muita gente como autoritária.

Crivella durante campanha à prefeitura de São Paulo (Foto: Divulgação)
Crivella durante campanha à prefeitura de São Paulo (Foto: Divulgação)

“A decisão de recolher os gibis na Bienal teve apenas um objetivo: cumprir a lei e defender a família. De acordo com o ECA, as obras deveriam estar lacradas e identificadas quanto ao seu conteúdo. No caso em questão, não havia nenhuma advertência sobre o assunto abordado”, escreveu ele na legenda que acompanha um vídeo publicado em seu Twitter. Assim como muitos famosos, Fábio Porchat condenou a decisão.

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Sem citar o nome do prefeito ou fazer menção a sua antiga emissora, Porchat disparou: “Quando uma criança vê um casal gay se beijando ela não aprende a ser gay, ela apreende que as pessoas se amam. Não é o beijo gay que tem que ser impedido, é o homem batendo em mulher, o negro sendo chicoteado em super mercado, a desigualdade em cada sinal”, disse ele.

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Sobre o autor

Fernando Lopes

Escreve sobre televisão desde 2013.