Arrancado das ruas de São Paulo: Falência de aplicativo tão gigante quanto a Uber chega com calote de R$ 35 milhões
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Uma popular empresa, que surgiu como uma alternativa ao uso dos carros no trânsito, não aguentou a crise do mercado e encerrou as atividades com dívida milionária
Surpreendentemente, no Brasil, mais de 125 milhões de pessoas já fizeram uso da Uber, que se tornou quase que indispensável no cotidiano. O aplicativo surgiu há 15 anos, na Califórnia, nos Estados Unidos, se expandindo para o mundo todo.
Hoje, o serviço está presente em mais de 10 mil cidades. Ao longo de uma década e meia, apareceram outras grandes concorrentes no mercado, apresentando propostas alternativas à plataforma, mas, por causa da forte concorrência, nem todas conseguiram se manter ativas.
Em 2019, a Grow foi lançada como uma fusão de outras duas empresas, a Yellow e a Grin, que contavam com uma frota de 135 mil patinetes e bicicletas na América Latina, na intenção de fugir do trânsito caótico das grandes cidades. Ao todo, eram 1.100 funcionários.
Segundo o G1, da Globo, os veículos individuais se espalharam com força pela região central de São Paulo. No início, o sucesso foi bem rápido, principalmente entre aqueles que queriam fugir dos carros, como é oferecido na Uber. Porém, após o auge do sucesso, veio a crise.
Em 2020, na pandemia, a companhia anunciou que estava passando por uma reestruturação e deu fim às bicicletas no Brasil. Eles entraram com um plano de Recuperação Judicial, com o objetivo de ter uma chance para que organizarem as contas e evitar o fim definitivo das atividades. Essa ação durou 3 anos, mas, sem conseguir seguir com o planejado, acabaram tendo falência decretada.
Em novembro de 2023, o grupo alegou que, por circunstâncias alheias à própria vontade, não poderia honrar com o cumprimento do processo. Por causa disso, a dissolvência foi inevitável, reunindo os bens da empresa e dos donos para pagar as dívidas em aberto. De acordo com a Folha de S. Paulo, as contas eram de R$ 35 milhões, que seriam quitadas com o estoque formado por centenas de patinetes.
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É possível reverter a falência?
Essa ação pode ser cancelada através de uma rescisória. Mas, caso não aconteça, o processo reúne os bens da instituição e dos responsáveis, apontando o que deve ser liquidado para pagar as dívidas em aberto. Ele pode durar longos anos na Justiça, até ser calculado e concluído.