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Falência decretada pela Justiça e dívidas de R$ 20 milhões: O triste fim de empresa gigantesca e tradicional

Após dívidas milionárias, empresa faliu. Foto: Reprodução/Internet
Após dívidas milionárias, empresa faliu. Foto: Reprodução/Internet

Uma famosa empresa teve seu fim trágico

A tradicional empresa, que um dia foi um gigante em seu setor, enfrentou um destino triste quando teve sua falência decretada pela Justiça. O episódio representa o triste fim de uma história que já foi marcada por sucesso e prosperidade, mas que, ao longo do tempo, esteve envolta em dívidas massivas que a levaram ao colapso.

As dívidas astronômicas, que chegaram a um montante de R$ 20 milhões, tornaram-se insustentáveis para a empresa.

FIM

A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência da MMX Mineração e Metálicos e da MMX Corumbá Mineração, empresas controladas por Eike Batista, que estavam em processo de recuperação judicial. Essa decisão ocorreu após a 4ª Vara Empresarial do Rio negar o plano de reestruturação da MMX em 2019 e decretar sua falência. No entanto, uma liminar do TJ-RJ suspendeu temporariamente os efeitos dessa decisão.

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A MMX havia pedido o adiamento do julgamento para apresentar um novo plano de recuperação que considerava um investimento de US$ 50 milhões da China Development Integration Limited (CDIL). A empresa argumentou que tinha recursos suficientes para se reestruturar, mas os desembargadores não consideraram o investimento como suficiente para restaurar sua saúde financeira e decretaram a falência.

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A MMX informou que pretende recorrer da decisão. Além disso, a decisão da 6ª Câmara pode impactar o investimento da CDIL, pois o contrato entre as partes dependia da reversão da decisão judicial que decretou a falência da MMX Sudeste Mineração, outra empresa controlada pela MMX.

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O Ministério Público Federal (MPF) alega que ocorreram 34 operações fraudulentas na Bolsa de Valores de São Paulo, totalizando R$ 109,6 milhões, relacionadas aos ativos MMXM11, da MMX Mineração e Metálicos, e MPXE3, da MPX Energia. Essas operações fraudulentas são parte das acusações feitas contra Eike Batista em relação à manipulação do mercado de capitais. O MPF alega que essas operações tinham o propósito de inflar artificialmente o preço das ações dessas empresas, induzindo investidores a comprá-las com base em informações falsas ou manipuladas.

Essa situação reflete os desafios financeiros enfrentados pela MMX e seu fundador, Eike Batista, nos últimos anos e as implicações legais associadas às atividades dessas empresas nos mercados de capitais.

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O que fez Eike Batista falir?

A informação de que Eike Batista tem mantido contatos com envolvidos no processo de falência, especialmente relacionados ao processo de venda dos títulos da Anglo, é relevante e indica que o empresário continua envolvido em questões financeiras complexas, mesmo após o declínio de suas empresas e seus problemas legais.

Fonte: Conjur.

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