Ministério acionado: Desligamento de sinal vital da Globo, Record e+ tem data decretada com substituto

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

População deve ficar atenta para não perder sinal de TV (Foto: Divulgação)

Novo prazo para encerramento foi definido, mas população deve ficar atenta para não perder acesso aos canais

Desde 2016, existe uma força-tarefa para o desligamento do sinal analógico no Brasil. Porém, o fim definitivo foi estendido em algumas localidades, para que não percam as transmissões de emissoras como Globo e Record.

Antes, o encerramento geral havia sido marcado para o fim de 2023. Agora, a substituição total para a TV digital foi remarcada para junho de 2025. Com isso, quem ainda não fez essa troca, deve se programar para realiza-la o quanto antes.

Alguns municípios ganharam um novo prazo para trocar a antena analógica pela digital e não perder sinal de canais como Globo, Record, entre outros (Foto: Divulgação)

Em nota divulgada, o Governo Federal anunciou que o Ministério das Comunicações estendeu a data de encerramento das transmissões analógicas, ainda abertas em 1.005 cidades. Isso foi feito especialmente para que a população não fique sem televisão.

Segundo o G1, a antena parabólica precisa ser trocada pela digital o quanto antes. Kits com os equipamentos de substituição estão sendo disponibilizados gratuitamente para famílias beneficiárias de programas sociais, que estejam com os dados registrados no CadÚnico.

Famílias registradas no CadÚnico podem solicitar o kit de aparelhagem para a troca do sinal da TV analógica para a digital (Foto: Divulgação)

O que muda da TV analógica para a digital?

O sinal analógico já faz parte do passado. E isso, claro, pode ser notado também através da qualidade de exibição das emissoras, como Globo, Record e Band, que trabalham em cima da digitalização, oferecendo uma imagem totalmente diferenciada da antecessora.

De forma mais técnica, a transmissão analógica utilizava ondas eletromagnéticas contínuas, enquanto a digital usa uma corrente de bits, em códigos binários, vista também na linguagem digital de PCs, CDs, DVDs e celulares, transformando sons e cores em bits.

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