Fim do RG em 2023: Adeus ao documento mais popular cai como bomba e novo chega com dois pés na porta

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

Nova lei anunciada em 2023 dá adeus ao RG (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O RG, que é um dos documentos mais importantes dos brasileiros, deixará de valer em 2024; saiba qual será o novo registro

O RG (Registro Geral) foi por décadas o principal documento dos brasileiros, sendo até hoje usado como uma forma de se identificar. O ano de 2024, no entanto, fará esse registro perder a sua importância, criando um novo documento geral.

Os brasileiros terão que fazer a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), principalmente após o RG perder a validade no Brasil. A novidade transformará o Cadastro de Pessoa Física (CPF) como único número de identificação.

Além disso, a CIN terá alguns elementos de segurança, como um QR Code e um código internacional que permitirá a entrada em países do Mercosul de maneira facilitada. Ou seja, permitirá a entrada na Argentina, Uruguai, Paraguai, entre outros.

Apesar de alguns estados já emitirem o documento, a partir de 6 de novembro de 2023, os órgãos expedidores ficarão obrigados a adotar os padrões da nova identidade.

Carteira de Identidade Nacional (CIN) será o novo RG (Foto: Reprodução/TV Globo)

O antigo RG, por sua vez, terá validade até o dia 28 de fevereiro de 2024. Isso significa que não será necessário realizar a troca imediata pela nova identidade.

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ATENÇÃO AOS PRAZOS

De qualquer forma, é importante que todos fiquem atentos aos prazos e às mudanças que a CIN deve provocar nos próximos meses.

Atualmente, estados como Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Piauí, Pernambuco, Paraná, Acre, Goiás, Alagoas, Minas Gerais e Mato Grosso já emitem a CIN. São Paulo e os outros estados ainda não aderiram à novidade.

DESDE QUANDO O RG EXISTE NO BRASIL?

A emissão da primeira carteira de identidade no Brasil aconteceu em 1907, com Edgard Costa, então presidente do gabinete de identificação e de estatística da Polícia do Distrito Federal – quando o Rio de Janeiro era a capital do Brasil.

CPF será único número de documento dos brasileiros (Foto: Agência Brasil)

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