Flordelis

Flordelis fez sexo em estrada aberta antes de crime brutal, pode ir para a cadeia e se desespera

pastor anderson Flordelis
Flordelis está na mira da Justiça devido a assassinato do seu marido (Foto: Reprodução)

A missionária evangélica Flordelis, acusada de mandar matar o pastor Anderson, pode ser afastada da Câmara e, então, ser presa pelo MP-RJ

Acusada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de ser a mandante do assassinato do pastor Anderson do Carmo, a missionária evangélica e deputada federal Flordelis pode ser presa a qualquer momento. As autoridades decretaram recentemente a detenção de várias pessoas acusadas de participação no crime brutal, e a parlamentar só continua em liberdade porque exerce cargo público no Congresso Nacional e tem imunidade.

Atualmente, no Congresso, tramita um processo que pode afastar Flordelis do cargo de deputada federal e, caso isso aconteça, a líder de uma igreja evangélica perderá a imunidade e pode até ser presa. O MP-RJ, aliás, entrou recentemente com um recurso pedindo o afastamento da parlamentar do cargo.

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Enquanto isso não acontece, o MP-RJ pediu que a cantora de música gospel seja monitorada com o auxílio de tornozeleira eletrônica. A deputada nega que tenha participação no assassinato do pastor Anderson do Carmo e, em recente entrevista ao Conexão Repórter, do SBT, a evangélica afirmou que, no dia em que seu marido foi morto, os dois chegaram em casa por volta das 3h da manhã, após fazerem um passeio pelo calçadão de Copacabana e, no caminho de volta, fizeram sexo no capô do carro em uma estrada deserta.

Com medo de ir parar na prisão, assim como alguns de seus filhos e uma neta, a deputada federal está desesperada e chegou a mandar mensagem em um grupo no WhatsApp com outros colegas na Câmara pedindo para que elas não votassem em favor  de seu afastamento, mas foi ignorada.

FLORDELIS É DENUNCIADA E VIRA RÉ

Pouco mais de um ano depois do brutal assassinato do pastor Anderson do Carmo, em junho do ano passado, a pastora foi formalmente denunciada pela Justiça e virou ré nessa segunda-feira, 24. Ela, no entanto, não foi presa porque tem imunidade parlamentar por exercer o cargo de deputada federal.

Se a deputada não foi presa, outras pessoas acusadas de participação foram detidas: Marzy Teixeira da Silva, Simone dos Santos Rodrigues, André Luiz de Oliveira, Carlos Ubiraci Francisco Silva, Adriano dos Santos [todos filhos do casal], Rayane dos Santos Oliviera [neta dos pastores evangélicos], Marcos Siqueira, ex-policial militar e Andreia Santos Maia, mulher de Marcos Siqueira, foram presos e se juntam a Lucas Cezar dos Santos e Flávio dos Santos Rodrigues, detidos desde o ano passado, todos acusados de participação no assassinato.

Ao longo de pouco mais de um ano de investigação, as autoridades desvendaram detalhes da intimidade de Flordelis e do pastor Anderson do Carmo que envolve sexo – suposta farra em casa de swing que era frequentada pela pastora e o pastor -, traições, envenenamento, rituais com sangue e até a prática das rachadinhas, que é o desvio de dinheiro de funcionários de gabinete. As práticas, nada cristãs, não condizem com a imagem que a evangélica construiu em público.

Segundo a investigação, em uma das mensagens apreendidas pela polícia, Flordelis se justificou sobre o plano de matar o marido, ao dizer: “Fazer o quê? Separar não posso, porque ia escandalizar o nome de Deus”.

Nas redes sociais, o assunto teve grande repercussão. Uma famosa página no Instagram, recuperou uma postagem antiga de Flordelis, lamentando a morte do marido, e escreveu que Anderson do Carmo estava “dormindo com a inimiga”.

DISPUTA

Para a polícia, havia na família uma briga interna por poder, finanças e política. De acordo com policiais, Anderson tinha um perfil controlador cuidando da distribuição do dinheiro e das tarefas da casa. O pastor geria a carreira musical e política de Flordelis, além de diretor do partido na Região Metropolitana do Rio.

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Agora, Flordelis aguardará a abertura de processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados e, se destituída do cargo, poderá ser presa. Ela irá responder por homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima), associação criminosa, falsidade ideológica e uso de documento falso. Pelo envenenamento, ela responderá por tentativa de homicídio – ela nega as acusações.

Flordelis ameaçou processar quem a chamar de assassina (Reprodução)
Flordelis ameaçou processar quem a chamar de assassina (Reprodução)

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Redação TV Foco