3 bilhões em dívidas e ressurreição das cinzas: 2 gigantes revertem a FALÊNCIA pra terror até da Americanas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
As empresas que como fênix, conseguiram reverter situações de falência
A Falência de uma grande empresa sempre acaba pegando muita gente de surpresa e, na maioria das vezes, impactando até mesmo a economia de determinada região.
Contudo, nesta segunda-feira (6), o foco, na verdade é nas empresas que conseguiram sair do fundo do poço e simplesmente conseguiram reverter suas situações de falências, com direito até mesmo a 3 bilhões em dívidas e ressurreição das cinzas, para terror de, por exemplo, gigantes como a Americanas.
Afinal, para quem não sabe, em novembro do ano passado, a Americanas divulgou a revisão dos dois balanços financeiros anuais anteriores à fraude. A atualização resultou em uma explosão dos prejuízos – em 2021, o lucro líquido anteriormente reportado, de R$ 544 milhões, se tornou um prejuízo de R$ 6,7 bilhões. Assim, em 2024, a gigante segue na luta para se reerguer.
Vamos iniciar falando sobre a Ricardo Eletro. As informações são do portal Veja. Conforme a fonte, a varejista Ricardo Eletro agora atende pelo nome Nossa Eletro. As duas primeiras unidades da nova bandeira foram inauguradas recentemente em Minas Gerais após a companhia conseguir reverter sua falência.
Ricardo Eletro - Foto Reprodução Internet
Ricardo Eletro - Foto Reprodução Internet
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Sobre a empresa, o pedido de recuperação judicial foi ajuizado ainda em 2014. À época, a empresa enfrentava uma crise financeira que durava anos e o passivo atingia R$ 100 milhões. Em julho de 2017, teve a falência decretada pela Justiça. Mas, como uma fênix, a empresa conseguiu ressurgir. A empresa pode então ser um exemplo para sua rival Americanas, diante da situação que passou e conseguiu superar.
A fundação da nova marca é uma oportunidade para se desvincular da imagem de seu antigo dono, o empresário Ricardo Nunes, que vendeu sua participação no antigo conglomerado em 2019 e inclusive, foi preso em 2020 mas solto logo depois.
Seguindo com nossa lista, também podemos citar a Agropecuária Tuiuti que reverteu a falência e voltou para recuperação judicial. As informações são do portal A Santos Advogados. Segundo a fonte, até o decreto de falência, a arrendatária da marca Shefa estava em processo de recuperação judicial desde 2017, com uma dívida de R$ 222,55 milhões´.
Assim, a companhia obteve Tutela Cautelar Antecedente do STJ, com efeito imediato para a decisão do ministro Raul Araújo, deferida em outubro.
“(A decisão) foi ao encontro dos princípios da preservação da empresa e sua função social, que não foram analisados pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo quando da decisão de 1º Grau que convolou a recuperação judicial em falência”, afirmou a companhia. Agora, de acordo com o comunicado da companhia, o ministro Raul Araújo considerou que a falência “foi absolutamente ilegal, pois se baseou em pretensos indícios de crimes falimentares”.
Simplesmente, diante disso, com o retorno para a recuperação judicial, a empresa deve dar continuidade às obrigações do plano de recuperação, como foi aprovado pela assembleia geral de credores e homologado em 2018.
“A mudança deve-se especialmente a questões tributárias do leite vindo de fora do estado de São Paulo, uma vez que o estado, atualmente, não é mais um grande produtor de leite fluido”, afirmou a companhia.
O que acontece com uma empresa depois do processo de falência?
A saber, após decretar a falência, os bens da empresa, assim como do empresário, podem ser reunidos e liquidados.
Ou seja, serão usados para pagar tudo que deve. Além disso, os proprietários e sócios da empresa não podem exercer qualquer atividade empresarial até o fim do processo judicial de falência.