Gravação da Independência em Novo Mundo reúne 160 pessoas e emociona elenco


Dom Pedro (Caio Castro) declara a independência do Brasil em 'Novo Mundo' (Foto: Globo/Rafael Campos)
Dom Pedro (Caio Castro) declara a independência do Brasil em 'Novo Mundo' (Foto: Globo/Rafael Campos)
Dom Pedro (Caio Castro) declara a independência do Brasil em ‘Novo Mundo’
(Foto: Globo/Rafael Campos)

Os atores Caio Castro, Chay Suede, Romulo Estrela e Alex Morenno gravaram na quinta-feira, dia 31 de agosto, em uma fazenda no município de Itaguaí (RJ), as emblemáticas cenas da Independência do Brasil. Os atores que interpretam, respectivamente, Dom Pedro, Joaquim, Chalaça e Francisco estiveram sob o comando do diretor artístico Vinícius Coimbra e se emocionaram muito desde os ensaios.

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Após a gravação, Vinícius destacou a grandiosidade de apresentar, na novela, um momento histórico tão importante. “Falei para os atores que acho um privilégio, de verdade. Foi emocionante fazer essa cena e ter a chance de reproduzir a Independência do Brasil, proclamada por um português que se tornou brasileiro. Foi muito forte para a gente, para a figuração. Todo mundo que estava envolvido sentiu essa energia. Estamos em um momento difícil do Brasil, que quase precisa de uma nova Independência, uma energia parecida com essa, de 200 anos atrás. Todos ficaram comovidos, principalmente o Caio, que estava muito emotivo, sentindo e vivendo esse momento do personagem. O público vai se emocionar junto”.

Dom Pedro (Caio Castro) e Joaquim (Chay Suede) (Foto: Globo/Rafael Campos)
Dom Pedro (Caio Castro) e Joaquim (Chay Suede)
(Foto: Globo/Rafael Campos)

Para Caio, a expectativa em cima de seu personagem sempre foi grande. Ele converteu o receio do início em combustível para ir atrás do Dom Pedro que todos esperavam. “Eu sabia que o dia da Independência era o ponto maior. Esperei como se fosse um filho que estivesse para nascer. Estudei o texto desde a véspera, o que não costumo fazer porque gosto de trazer o frescor da novidade, do texto e da cena. Sabia que nesse dia tinha que estar mais do que bem preparado. Pensei em como poderia representar o povo brasileiro, e até a minha pessoa, sem usar memória emotiva ou alguma lembrança minha. Queria sentir o que foi para o príncipe estar diante de tantas pessoas, uma nação tão grande, e dizer que a partir daquele momento elas não eram mais dependentes”, destacou Caio. Muito emocionado, ele ressaltou a importância da figuração. “Dom Pedro iria tocar o país e tornar o povo brasileiro independente. Tentei imaginar o que ele estava pensando e sentindo na hora. O que mais me ajudou foi olhar para as pessoas (figurantes), que esperavam o que eu ia dizer, pois ninguém sabia o meu texto. Estavam todos me olhando, esperando a minha interpretação, esperando eu me posicionar. Serviu como referência do que Pedro sentiu na hora. Esperavam uma posição, uma declaração dele que tornasse o país independente. Essa espera de todo mundo me fez ser literalmente Dom Pedro”, concluiu Caio.

+ Novo Mundo: Dom Pedro proclama independência do Brasil; saiba e veja como será a cena

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Bastidor - Joaquim (Chay Suede), Dom Pedro (Caio Castro) e o diretor artístico Vinícius Coimbra (Foto: Globo/Rafael Campos)
Bastidor – Joaquim (Chay Suede), Dom Pedro (Caio Castro) e o diretor artístico Vinícius Coimbra
(Foto: Globo/Rafael Campos)

Chay Suede acredita que é importante entender a história do Brasil para poder construir um futuro com consciência. “É emocionante ver que nosso país já começou como um sobrevivente, lutando pela própria vida. Talvez por isso ainda esteja se recuperando das quedas inicias. Precisamos saber de onde viemos para descobrir onde queremos chegar”. O ator, também muito emocionado, considera a cena emblemática e destaca a atuação de Caio Castro: “Ele se tornou o próprio Dom Pedro naquele momento. Estava bem de perto e não consegui ver outra pessoa que não fosse o próprio Dom Pedro, o libertador do nosso país. Tenho certeza que o público vai sentir algo parecido”.

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Durante toda a sequência, foi difícil segurar a emoção. “Fiquei tentando segurar o choro porque foi muito emocionante”, admite Alex Morenno. “Teve um momento em que o Vinícius falou para o Caio (apontando para os figurantes): “Olhe para essas pessoas. São os brasileiros. Somos nós hoje. Esse grito de liberdade é o grito de liberdade que a gente está precisando!”. Só de lembrar fico todo arrepiado. Estava quase saindo do personagem, porque o sentimento estava poderoso no meu peito. Meus olhos encheram de lágrimas e achei que não fosse dar conta. Afinal, o Francisco não chora, quem chora é o Alex. Estava emotivo porque o momento era lindo. A gente se coloca no meio das pessoas, entra em contato com elas. Vive um pouco do que talvez tenha sido há 200 anos. Quarenta minutos depois da gravação, continuava emotivo e agradecido por ter feito parte disso. Espero que o público sinta pelo menos 10% da emoção que cada um de nós viveu. Foi inesquecível e guardaremos para o resto de nossas vidas”.

Bastidor - Chalaça (Rômulo Estrela) e Dom Pedro (Caio Castro) (Foto: Globo/Rafael Campos)
Bastidor – Chalaça (Rômulo Estrela) e Dom Pedro (Caio Castro)
(Foto: Globo/Rafael Campos)

Já para Rômulo Estrela, que interpreta Chalaça, fiel amigo e secretário de Pedro, a experiência foi única. “A sequência foi conduzida lindamente pelo Vinícius. Ele englobou todo mundo. Os figurantes participaram com a gente e nos sentimos o verdadeiro povo brasileiro. Isso me marcou muito. Sou extremamente grato por fazer parte dessa novela tão bem escrita, dessa equipe, desse grupo, e de ter feito essa sequência. É a nossa história. Estamos vivendo um momento político difícil, mas é reflexo do que aconteceu naquele período e vem acontecendo até hoje. Estar ali, vivendo o início de tudo foi muito emocionante”, ressaltou o ator.

Bastidor - Dom Pedro (Caio Castro) e o povo brasileiro (Foto: Globo/Rafael Campos)
Bastidor – Dom Pedro (Caio Castro) e o povo brasileiro
(Foto: Globo/Rafael Campos)

A atriz Letícia Colin não participou das gravações, mas sua personagem, Leopoldina, é fundamental na trama e na história da proclamação da Independência. Afinal, cabe à Princesa Regente assinar o documento oficializando a separação entre Brasil e Portugal. “Apesar de Leopoldina ter sido tão infeliz e ter tido tantos momentos difíceis, o da Independência com certeza foi um que a deixou satisfeita. Era uma princesa e queria honrar o dever que tinha. Essa conquista fez com que o coração dela se acalmasse, ficasse em paz”, disse a atriz.

A gravação, que durou quatro horas, reuniu 160 pessoas, entre equipe e figuração, 23 mulas, sete cavalos, 20 armas longas, 10 espadas e 80 figurinos de escravos, índios, fazendeiros, homens do campo e militares para os figurantes que representavam o povo brasileiro e a comitiva do príncipe.

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