Protestando contra o racismo, Indústria musical paralisa: #TheShowMustBePaused, o show deve parar
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Como protesto, industria musical se junta para paralisação antirracista (Foto: Reprodução)
Empresas como Apple Music e Spotify, apagaram suas publicações no Instagram para publicar apenas um vídeo e um registro do movimento #TheShowMustBePaused.
As manifestações contra a desigualdade racial que vem ocorrendo nos Estados Unidos, tem feito muita gente entrar nessa briga por direitos iguais. Hoje, terça (02), muitos cantores e editoras usaram seus perfis nas redes sociais para compartilhar uma foto totalmente preta.
Pode parecer estranho, mas essa imagem tem lá seu significado especial e deve ser interpretada como o símbolo da terça-feira em blackout, ou seja paralisação.
O blackout é a maneira que muitos cantores e editoras aderiram para protestar contra a discriminação racial, que ganhou mais força após a morte de George Floyd, cidadão afro-americano de 46 anos morto pelas mãos da polícia em Mineápolis.
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Empresas como a Apple Music e Spotify, apagaram todas as suas publicações no Instagram para publicar apenas um vídeo e um registro do movimento #TheShowMustBePaused, o show deve parar em português. O Spotify ainda prometeu que vai usar a plataforma para crescer mais ainda as vozes negras.
Artistas como Rolling Stones, Billie Eilish, The 1975 e os BTS, mostraram suas indignações e se pronunciam na web. A Sony Music e Warner Music de Portugal também se juntaram ao movimento que agora não é apenas dos EUA, mas sim do mundo.
A paralisação na música foi anunciada depois de grandes artistas como Rihanna, Beyonce, Jay-Z, Dr. Dre, Taylor Swift, Cardi B, Billie Eilish, Ariana Grande e Killer Mike, expressarem muita ira e tristeza pela maneira brutal que George Floyd foi morto.
Como protesto, industria musical se junta para paralisação antirracista (Foto: Reprodução)