Irmã do Gugu passa a perna nos sobrinhos e quer ficar com toda a fortuna do falecido: “Percebe raiva e decepção”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Depois do vídeo das duas filhas mais novas de Gugu vir à tona, a verdade por trás da briga familiar aparece
A disputa pela herança de Gugu Liberato, falecido em 2019, continua. Hoje (25), as filhas do apresentador, Marina e Sofia Liberato divulgaram um vídeo para o jornalista Leo Dias, do Metrópoles, desmentindo a própria tia, Aparecida Liberato, irmã de Gugu, que insiste em dizer que o famoso e Rose Miriam não tiveram uma união estável.
O cientista comportamental, Ricardo Ventura, concedeu uma entrevista ao jornalista do Metrópoles. Ao analisar o vídeo de quase 20 minutos, ele afirma que as opiniões e decisões tomadas pelas filhas de Gugu Liberato não são compatíveis com a idades das gêmeas, que tem apenas 17 anos.
No desabafo, Sofia menciona a vontade de comprar um Porsche, avaliado em 100.000 dólares. Seria o primeiro carro da jovem, que vive nos Estados Unidos. Mas ela conta que a tia não permitiu a compra, com o argumento de ser um carro muito caro. Enquanto isso, o irmão, João Augusto Liberato, foi autorizado a comprar um Camaro, avaliado em cerca de 300 mil dólares.
“Você percebe nas falas delas uma mistura de imaturidade e racionalidade. Elas se colocam como mulheres e não como adolescentes. Porém, há alguns argumentos bem rasos, que fogem do racional. Como por exemplo: “ah, eu queria comprar um Porsche e a minha tia não deixou! Então, tive que comprar um pela metade do preço e fiquei bem chateada”, explica Ricardo Ventura.
AS FILHAS DE GUGU ESTÃO SENDO MANIPULADAS
O entrevistado, que também é psicanalista, diz que as gêmeas parecem estar sendo influenciadas por todos os lados da briga familiar, sofrendo pressões motivadas por diversos objetivos:
“Você percebe raiva e decepção em relação à tia e dá para ver um jogo de interesses. Está muito claro que a tia quer se apoderar de tudo. As meninas ainda aparentam confusas, mas quem está dando conselhos para elas, está orientando-as como mulheres adultas e não como adolescentes. Eu tenho medo de quem está por trás dessas meninas. Eu as aconselharia a confiar na mãe delas, que vai ter um cuidado materno e não mercantil”, finaliza Ventura.