Mara Maravilha comete gafe e assusta colegas do Fofocalizando com pergunta; assista
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Mara Maravilha comete gafe ao fazer uma pergunta sobre o coronavírus. A apresentadora defendeu o fim do isolamento nas praias no Fofocalizando.
Mara Maravilha pegou o público de surpresa com uma declaração nesta sexta-feira (10). A apresentadora do SBT acabou polemizou ao fazer uma pergunta no Fofocalizando. Apesar da propagação do coronavírus pelo mundo todo, ela fez um questionamento sobre o isolamento.
Com uma matéria sobre a ida ao litoral, ela disse ser a favor pela liberação das praias. “Quem gostaria de ter o direito de pisar na areia? De dar um tchibum? De ver o sol? Mergulhar? Quem que já está com essa vontade? Vamos liberar, né? O coronavírus vai pegar na praia?”, disse ela.
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Gabriel Cartolano respondeu visivelmente sem graça: “Mas é perigoso agora”. “Da praia?”, voltou a perguntar Mara. Chris Flores, por sua vez, não deu muita atenção e rapidamente mudou de assunto. Ela afirmou em seguida que muitas pessoas prefeririam ter o corpo da atriz Paolla Oliveira do que voltar a ir para as praias do litoral brasileiro.
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Assista ao vídeo abaixo:
Lamentável! Mara Maravilha pede que praias sejam liberadas: ‘O Coronavirus não vai pegar na praia’; assista pic.twitter.com/qAFEnqqtSe
— Didigo Santini (@DidigoSantini) April 10, 2020
Apresentadora fala sobre a maternidade
Vale lembrar que a famosa do SBT está totalmente dedicada à maternidade. Para quem não sabe, ela e o marido, Gabriel Torres, adotaram nas últimas semanas o pequeno Benjamim, de 2 anos, após uma longa espera.
Mara comentou em entrevista sobre a nova fase. “Me sinto envolvida e protegida pelo maior sentimento, que é o amor. Ser mãe é mais do que carregar um bebê por nove meses, é carregá-lo no coração a vida toda até a eternidade”, disse Mara maravilhosa ao UOL. Apesar da luta para conseguir o seu filho, a apresentadora contou obedeceram todas as regras. “Obedecemos as recomendações e passamos a entender, respeitar e colaborar com esse problema social, porque criança não é produto, não é algo que escolhemos”, disse.