Michael Jackson e mais: 7 famosos que previram a própria morte

Bob Marley, Michael Jackson e John Lennon estão em lista impressionante de artistas que sabiam exatamente como e quando iam morrer; Confira

Michael Jackson e mais seis artistas compõe a lista de astros que preveram a morte (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/Canva)

Cartas secretas, desabafos em entrevistas e videoclipes macabros revelam que a certeza do fim acompanhou a trajetória desses ícones

Chega a ser inacreditável, mas o nome de Michael Jackson encabeça uma lista de artistas cuja genialidade e intuição pareciam transcender o tempo, transformando relatos, conversas casuais e até produções artísticas em prenúncios misteriosos das suas próprias mortes.

Pois é, embora a vida de um músico seja frequentemente marcada por uma intensidade avassaladora, a história de sete ícones da música mundial revela que o medo da morte, ou a certeza sobre ela, foi uma constante que acompanhou suas trajetórias até o desfecho fatal.

Abaixo, com base em informações da Revista Rolling Stone, separamos os detalhes desses músicos que, seja por meio de confidências a amigos íntimos, entrevistas gravadas ou simbologia em suas obras, acabaram por antecipar o destino que encontrariam precocemente.

Bob Marley:

Reconhecido por muitos como um “guru” desde a infância, o astro do reggae realizava previsões habituais sobre o futuro, conforme documentado por sua mãe no livro “Bob Marley: Musician”.

Aos 24 anos, ele confidenciou a amigos que morreria aos 36.

A profecia cumpriu-se tragicamente em 1981, exatamente nessa idade, após uma longa batalha contra o câncer diagnosticado quatro anos antes.

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Michael Jackson:

Nas semanas que antecederam sua morte, o “Rei do Pop” teria escrito cartas a amigos alertando sobre um possível assassinato.

Em entrevista a Oprah Winfrey, sua ex-esposa, Lisa Marie Presley, revelou que Jackson temia que alguém quisesse sua morte por motivos financeiros.

Michael Jackson (Foto: Reprodução/YouTube)

Em 25 de junho de 2009, o músico faleceu, e o caso foi amplamente atribuído a complicações decorrentes de medicamentos administrados por seu médico, Conrad Murray.

John Lennon:

Lennon possuía um pressentimento persistente sobre seu limite de idade.

Segundo Freda Kelly, ex-secretária dos Beatles, o cantor sempre afirmou que não chegaria aos 40 anos.

Além disso, em uma entrevista de 1965, ele previu com assustadora precisão que a banda acabaria “morta em um acidente de avião ou baleada por algum louco”.

Embora tenha completado 40 anos, Lennon foi assassinado em 1980 por um fã, tornando realidade sua premonição mais sombria.

John Lennon (Foto: Reprodução/YouTube)

Amy Winehouse:

A cantora sabia que sua vida seria efêmera.

Segundo seu amigo Alex Folden, Amy sempre acreditou que morreria jovem e que faria parte do chamado “Clube dos 27”.

Como previsto, a cantora faleceu aos 27 anos, vítima de excessos que seu organismo não pôde suportar.

Amy Winehouse (Foto: Reprodução/YouTube)

Jeff Buckley

A melancolia de Buckley encontrou eco em sua própria obra.

Em 1994, lançou “Dream Brother”, canção que discute o afogamento.

Três anos depois, em 1997, o destino da música se tornou realidade quando o artista morreu afogado, aos 30 anos, no Rio Mississippi.

Jeff Buckley (Foto: Reprodução/YouTube)

Mac Miller

O rapper explorou a temática da mortalidade de forma literal.

Em seu videoclipe “Self Care”, gravado pouco antes de sua morte em 2018, Miller aparece dentro de um caixão e esculpe a frase “Memento Mori” (“lembre-se que você é mortal”, em latim).

O artista faleceu vítima de uma overdose acidental.

Como Avicii previu a própria morte?

A pressão insuportável da indústria musical foi o ponto central do aviso do DJ.

No documentário de 2017, ele afirmou categoricamente que morreria caso não se aposentasse dos palcos.

Em 2018, o DJ foi encontrado morto em um resort no Omã, tendo tirado a própria vida.

Avicii (Foto: Reprodução/Instagram)

Coincidência ou intuição profunda, o fato de esses artistas terem vislumbrado o encerramento de suas trajetórias acrescenta uma camada de mistério e melancolia às suas biografias.

Por fim, mais do que ícones que transformaram o panorama cultural, esses músicos deixaram um alerta sobre a intensidade com que viviam e o peso que a fama exerce sobre figuras públicas.

Por fim, a recorrência desses “prenúncios” serve, acima de tudo, como um lembrete da:

  • Fragilidade humana;
  • Importância de se preservar a saúde mental e física, mesmo diante de trajetórias consagradas e marcadas pelo sucesso absoluto.

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