“Por isso ele inventou que o cachorro comeu”: Novo relato e “localização” do corpo de Eliza Samudio é feito
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Morte de Eliza Samudio acabou virando motivo de discussão em um podcast
Um dos crimes mais chocantes que já aconteceu no Brasil, sem sombra de dúvidas, foi o assassinato de Eliza Samudio. A terrível situação aconteceu em 2010, quando ela foi assassinada em Minas Gerais. O corpo da ex-amante do goleiro Bruno nunca foi encontrado.
Apesar disso, em janeiro de 2013 a juíza do Tribunal do Júri de Contagem, determinou a expedição da certidão de óbito. De acordo com investigações da Polícia Civil, Eliza Samudio desapareceu em 2010 aos 25 anos e era mãe de um menino que teve com o atleta que, à época, era recém-nascido.
Bruno, que era jogador titular do Flamengo, não reconhecia a criança, mas um exame de DNA comprovou a paternidade. Dessa forma, ele foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver e sequestro e cárcere privado do filho Bruninho.
Eliza Samudio e goleiro Bruno (Reprodução: Montagem TV Foco)
Quando confessou o assassinato, Bruno também relatou, chorando muito, que Eliza Samudio teria sido morta, esquartejada e, depois, jogada para os cachorros. A versão do jogador, no entanto, não chegou a convencer Beto Ribeiro, que falou sobre o assunto em um podcast.
Ele levantou uma série de hipóteses, inclusive, de que algumas histórias foram inventadas durante a própria investigação. Nisso, ele citou a parte de que os restos de Eliza Samudio foram jogados para um cachorro. Além disso, ele levantou a hipótese que a modelo recebeu um atestado de óbito, mas seu corpo nunca foi encontrado.
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“Deram um atestado de óbito para eles, mas não tem corpo e se ela estiver em algum lugar?”, disparou Beto Ribeiro. Sobre os cachorros ele citou: “Falam que a carne humana é muito indigesta para os bichos”. Além disso, o famoso citou outras questões e pode ter insinuado que partes das histórias foram inventadas na investigação.
Morte de Eliza Samudio voltou a ser uma questão de discussão durante um podcast – Reprodução