Falência e dívidas: O fim devastador de 3 montadoras após anos de história e sucumbidos por crise
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Montadoras com anos de história fecharam as portas e declararam falência
Abrir um negócio não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Isso porque uma série de situações podem levar o fim de grande empreendimento ou até mesmo a falência. Dessa vez, por exemplo, falaremos sobre o fim devastador de 3 montadoras anos de história.
Para começar, vamos falar sobre uma famosa montadora de carros, a Chrysler. Sem sombra de dúvidas, uma das maiores e mais tradicionais dos Estados Unidos, declarou pedido de falência, segundo a Casa Branca. As informações são do portal ‘o tempo’.
Com dívidas que batiam mais de 6,9 bilhões de dólares em consórcio de 46 bancos e fundos de investimento, terminaram sem um acordo. E com isso a Chrysler entrou com o pedido de falência no país em 2009.
Chrysler fecha as portas nos EUA (Foto: Reprodução/ Internet)
Outra montadora que não aguentou e acabou sucumbindo à crise e foi a falência foi a sueca Saab. Em 2011, depois de uma longa história de 60 anos, a montadora declarou falência e fechou as portas. Entretanto, a derrocada começou em 2010, quando a holandesa Spyker comprou a endividada Saab e não conseguiu lidar com as crescentes dívidas.
Saab foi uma das montadoras que declararam falência (Foto: Reprodução/ Internet)
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Qual outra montadora não aguentou as crises e fechou as portas?
Por fim, uma grande montadora que fechou as portas foi a Fiat Diesel. A Fiat é uma grande montadora no Brasil, entretanto, seu negócio com caminhões não foi para frente por aqui. Seu segmento voltado para transporte de carga, a “Fiat Diesel”, chegou ao Brasil em 1976, sucedendo a Feneme.
O segmento de caminhões da Fiat não foram para frente (Foto: Reprodução/ Internet)
Seu primeiro veículo foi o caminhão médio “Fiat 130”, equipado com um motor de 6 cilindros, seguido por outros modelos famosos como o “Fiat 190”. No entanto, devido à queda nas vendas ao longo dos anos, problemas administrativos, questões trabalhistas e ações judiciais, a marca deixou o Brasil em 1985.