Pantanal: Maria Marruá jura se matar na novela em frente do marido; saiba a razão

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

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Maria teme viver o luto mais uma vez na novela Pantanal então decidirá impedir novo sofrimento de forma drástica

Maria Marruá, vivida brilhantemente por Juliana Paes, é uma mulher de fibra e ela vai mostrar isso na novela Pantanal. Diante da insistência de Gil (Enrique Diaz), seu marido, de voltarem a fazer amor, ela dará um ultimato.

Se ela engravidar de novo, vai se matar!

Ainda que parece algo muito pesado a se dizer, na novela Pantanal, Maria tem os seus motivos. Ela já foi mãe três vezes e todos os seus filhos foram assassinados por conta de disputa de terra em sua vida.

Após chegar no Pantanal, Maria só quer viver em paz. Mas, Gil que voltar a transar com a esposa e aí o casal viverá o embate. Separados, mas vivendo na mesma casa no meio do mato, Maria se aproximará para dizer:

- Eu tenho medo de ficá prenha, Gil... Senão eu já taria nos teus braços há muito tempo. – Afirmará ela sendo sincera.

Diante da reação surpresa do marido, Maria seguirá o seu desabafo.

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- Tô cansada de ficá enterrando filho nessa vida, de ficá chorâno por causa deles... Tudo o que eu queria nessa vida era eu e ocê, Gil. Ocê me querêno... Eu te querêno... A gente aqui, rolâno nesse chão, que nem no começo. Lembra?

Depois da pergunta da esposa, Gil tentará se aproximar, pois está cheio de desejo, só que Maria vai rejeitá-lo. De novo.

- Se eu ficá prenha ôtra veiz... Eu me afogo no rio! Tá me ouvîno? Eu juro que me afogo!

Maria e Gil conversam em Pantanal (Foto: Reprodução/Globo)

O CONSELHO DE MILHÕES

Bravo, frustrado, mas principalmente triste, Gil sairá para espairecer e se encontrará com Eugênio (Almir Sater). Ao chalaneiro, ele contará o que aconteceu.

Paciente e sábio, Eugênio dará outro ponto de vista.

- Homens ou bichos, estamos todos sujeitos à dor... Mas o sofrimento, Gil, é uma escolha. Você escolheu o seu sofrimento, Gil. A Maria, o dela. Vocês estão tão apegados a este sentimento que esquecem que a vida da gente passa, como as águas de um rio.

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