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Passado da Globo nas eleições envolve suposta manipulação em debate e retratação épica no “JN”; relembre

Globo foi determinante em alguns momentos políticos do Brasil (Foto: Divulgação/ TV Globo)
Globo foi determinante em alguns momentos políticos do Brasil (Foto: Divulgação/ TV Globo)

O passado da Globo é composto por algumas polêmicas nas eleições. Os casos vão desde suposta manipulação no debate da eleição de 1989, disputada por Lula e Fernando Collor, até um retratação épica concedida à Leonel Brisola pela Justiça do Rio de Janeiro e feita por Cid Moreira no “Jornal Nacional” em 1994.

Em 1989, a Globo foi alvo de críticas por fazer uma suposta manipulação no debate dos presidenciáveis, entre Lula e Fernando Collor de Mello. Na época a emissora teria editado a conversa do debate – onde Lula teria se saído melhor – e levado ao ar apenas trechos convenientes à Collor na edição do “Jornal Nacional” do dia seguinte. O fato teria influenciado no resultados das eleições, já que o “JN” era a principal fonte de informação do Brasileiro.

No programa “Dossiê”, exibido pela Globo News em 2011, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, disse apenas que na ocasião, eles tentaram tornar Collor como alguém mais “popular”, e que até forjaram suor no então candidato.

Já em 15 de março de 1994, a Globo colocou no ar, durante o “Jornal Nacional”, o direito de resposta conseguido pelo então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, após dois anos de disputa judicial. Brizola havia entrado na Justiça contra a Globo em 1992, depois que o jornalístico de 06 de fevereiro daquele ano divulgou trechos do editorial que seria publicado no dia seguinte pelo jornal O Globo, intitulado “Para entender a fúria de Brizola”. O então governador do Rio, que queria impedir a emissora de transmitir o desfile das escolas de samba daquele ano, era acusado pelo editorial do jornal carioca de sofrer “declínio da saúde mental” e de “deprimente inaptidão administrativa”.

Na resposta que foi ao ar, lida pelo jornalista Cid Moreira, Brizola dizia não reconhecer na Globo “autoridade em matéria de liberdade de imprensa” e que a emissora teve “longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos que dominou nosso país”. Brizola dizia ter sido “apontado como alguém de mente senil”. Na sequência, argumentava: “Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que meu difamador, Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é este o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que os use para si”.

Realmente esses foram momentos que marcaram a história do nosso país e da nossa televisão.

Boni fala sobre algumas farsas do debate de 1989:

[youtube]http://youtu.be/VrpurEkmJkU[/youtube]

Retratação épica feita por Cid Moreira no “Jornal Nacional”:

[youtube]http://youtu.be/ObW0kYAXh-8[/youtube]

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