“Rei morto, rei posto”, Lula crava, ao vivo no JN, Bonner fora da bancada e reação do âncora surpreende
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Lula crava, ao vivo no JN, Bonner fora da bancada
O candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi ao Jornal Nacional, nesta quinta-feira (26), para ser entrevistado por William Bonner e Renata Vasconcellos sobre seus planos caso seja eleito.
Em determinado momento do diálogo, o presidenciável fez uma previsão de que o âncora, por anos, do telejornal deixará o comando, cedendo seu lugar para outra pessoa.
O jornalista questionou Lula, que reconheceu os erros de sua sucessora, Dilma Rousseff, na Economia: “Se a corrente do PT que amparou as decisões que o senhor reconhece como equivocadas fizer valer sua opinião em um governo seu, vai-se por esse caminho. Daí a pergunta”.
Então, o entrevistado começou sua explicação: “Se um dia entrar alguém no teu lugar para fazer o Jornal Nacional”. Nesse momento foi interrompido por Bonner, que garantiu: “E entrará”.
Então Lula prosseguiu: “Você vai perceber o que é ‘rei morto, rei posto’. Você vai descobrir. Quando deixa o governo, quem ganha vai governar do jeito que entender. Quem está de fora não vai mandar”, explicou o político.
Lula ainda garantiu que a economia vai voltar a crescer, caso assuma o comando do país, no ano que vem.
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“A minha obsessão, a de um homem de 76 anos de idade… Em voltar a governar esse país é porque eu acho que é possível recuperá-lo. A economia vai voltar a crescer, gerar emprego, gerar melhorias nas condições de vida das pessoas”, afirmou.
Lula durante entrevista no Jornal Nacional (Reprodução: Globo)
Vale relembrar que William Bonner já está à frente do Jornal Nacional há 26 anos, sucedendo Cid Moreira e Sérgio Chapelin, primeiramente ao lado de Lilian Witte.
Durante essas quase 3 décadas, Bonner teve ao seu lado Fátima Bernardes, Patrícia Poeta, e atualmente trabalha junto com Renata Vasconcellos, desde 2014.
O jornalista renovou seu contrato com a Globo até 2025, e não há planos concretos em promover um substituto para o lugar do atual diretor-chefe do jornal.