Rombo milionário e intervenção às pressas do BC: Os 2 bancos gigantes do Brasil aniquilados com falência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tudo sobre dois grandes bancos aniquilados com falência
De forma bastante impactante, dois bancos nacionais foram aniquilados judicialmente aos olhos dos clientes. As polêmicas e problemas envolvendo milhões de reais foram os principais motivos.
No ano de 2013, o Banco Rural, fundado em Belo Horizonte, em Minas Gerais, virou alvo de uma ação gigante do BC. Naquele mesmo ano, o órgão público submeteu a instituição mineira à liquidação, alegando gravíssimas violações às normas legais de funcionamento.
De acordo com informações da revista Exame, a ação de desmantelo não parava por aí. Na época, a empresa também vinha rendendo sucessivos prejuízos aos credores quirografários, além de ter aparecido no escândalo do mensalão, em 2005. Depois disso, o fim foi inevitável.
Antes disso, o BC já havia aniquilado um outro concorrente do Rural. Fundado no início dos anos 90, o Banco Cruzeiro do Sul atuou por cerca de duas décadas, comando também diversas empresas. No entanto, o baque público aconteceu em 2012, quando foram investigados.
Na ocasião, foi formada uma Comissão de Inquérito para apurar as atividades fraudulentas da instituição. A empresa foi anunciada como aniquilada, mas o processo continuou correndo por mais 3 anos e a falência veio oficialmente em 2015, concretizando o fim em meio à forte crise.
Com a ação, o Fundo Garantidor de Créditos, o FGC, conseguiu garantir até no máximo R$ 70 mil por cliente lesado pelo banco. Em 2018, o ex-presidente da marca, Edson Figueiredo Menezes, foi preso por suspeita de pagamento de propina.
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Quais são os bancos mais ricos do Brasil?
Confira a seguir o ranking com os bancos mais ricos do Brasil:
- Itaú (ITUB3): R$ 242,617,900,000.
- Bradesco (BBDC4): R$ 139,822,443,532.
- BTG Pactual (BPAC11): R$ 113,527,100,000.
- Santander (SANB11): R$ 100,930,227,946.
- Itaúsa (ITSA4): R$ 84,286,930,000.
- Banco do Brasil (BBSE3): R$ 61,520,000,000.
- Caixa Econômica Federal (CXSE3): R$ 32,460,000,000.