William Bonner, Tralli e Bocardi: Respire fundo antes de ver os 3 salários faraônicos que âncoras ganham na Globo

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

William Bonner, César Tralli e Rodrigo Bocardi (Foto: Divulgação / TV Globo)

Jornalistas estão entre os principais da emissora e faturam alto

William Bonner, além de apresentador, também é editor-chefe do Jornal Nacional. Desde 1996, ele ocupa a bancada do noticiário do horário nobre.

Ao longo dos anos, o famoso dividiu espaço com Fátima Bernardes, Patrícia Poeta e Renata Vasconcellos no telejornal. Foram diversas coberturas, prêmios e alguns dos trabalhos mais importantes da Globo.

Segundo o colunista André Romano, do Observatório da TV, por todas as funções e boa imagem, o veterano fatura alto no canal. Ele não tira menos que R$ 900 mil por mês.

William Bonner ganha em torno de R$ 900 mil (Foto: Divulgação / TV Globo)

César Tralli

Atual âncora do Jornal Hoje, o comunicador também é “pau para toda obra” na emissora. Bem visto entre o público, a direção e o mercado publicitário, ele integra o alto escalão do jornalismo. De acordo com o Uol, o salário dele é de R$ 120 mil.

César Tralli fatura, no mínimo, R$ 120 mil por mês (Foto: Divulgação / TV Globo)

Rodrigo Bocardi

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Líder das manhãs da Globo, o apresentador segue à frente do Bom Dia São Paulo. No noticiário, ele tem passe-livre para interagir também com o público da internet de forma descontraída. Segundo o The Capitalist, ele fatura R$ 100 mil mensais.

Rodrigo Bocardi ganha R$ 100 mil de salário no jornalismo matutino (Foto: Divulgação / TV Globo)

É verdade que a Globo está falindo?

Apesar das alterações financeiras, a empresa da família Marinho segue com faturamento inalcançável às outras concorrentes. Na verdade, todas essas mudanças e demissões são pensando no orçamento a longo prazo e no atual mercado midiático.

Recentemente, diversos atores, apresentadores e jornalistas foram mandados embora. Agora, a direção tem optado por contratos menores e por obra definida, sem a necessidade de pagar salários milionários por longa data, com apenas algumas exceções.

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