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Samara Felippo sobre isolamento com as filhas: “Estou exausta e estressada”

Samara Felippo fala sobre isolamento com as filhas e não esconde cansaço (Foto: Reprodução/Instagram)

Samara Felippo fala sobre cansaço em isolamento social em prevenção ao coronavírus: “Exausta e estressada”

A atriz Samara Felippo deu detalhes sobre o periodo de isolamento em prevenção ao coronavírus, a famosa, está passando pelo isolamento social junto as filhas, Alicia, de 10 anos, e Lara, de 6 anos de idade. A artista não escondeu o cansaço e o estresse que está sendo passar pelo isolamento junto as duas filhas sem a ajuda do ex-marido, o jogador Leandrinho, com quem se separou em 2013.

Em entrevista a revista Quem, Samara não escondeu o cansaço, mas disse que vem buscando formas de passar pelo período. “Estou me sentindo sobrecarregada por não poder dividir com o pai este momento. Estou exausta e estressada um pouco além da conta. Tenho tentado tirar essa culpa de não conseguir dar atenção 24 horas para elas”, disse.

Samara Felippo com as filhas (Foto: Reprodução)
Samara Felippo com as filhas, Alícia e Lara. (Foto: Reprodução)

Samara Felippo continuou, e falou sobre seus maiores desafios durante a quarentena. “O meu maior desafio como mãe solo está sendo não entrar neste lance de me cobrar muito em ser criativa com as crianças. Tenho privilégio de ter apoio aqui em casa. Tem mães que não têm essa ajuda e fazem jornada tripla na quarentena”, revelou.

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Atriz usou as redes sociais para denunciar racismo

Em outra ocasião, Samara Felippo usou as redes sociais para denunciar um triste relato, quando sua filha, Alicia, sofreu racismo e enfrentou xingamentos em uma festa de formatura. “Ser mãe de duas meninas negras me abriu pra um mundo onde eu descobri que não sabia nada. Não sabia sequer enxergar a dor do outro. Onde eu enxerguei privilégios por ser uma mulher branca numa sociedade tão racista”.

A atriz contou ainda que a filha estava sendo chamada de marrenta, neguinha e cabelo ruim, por adolescentes mais velhos, de cerca de 14 anos de idade. “Meu sangue começou a entrar em ebulição, fui que nem um bicho pra cima dos moleques e falei tudo que tenho vontade pra racistas, mesmo os ainda nem sabem que são. Garotos brancos de 14 anos, classe média de m*rda, com a camisa verde e amarela, que descobri que um deles é filho de miliciano”, relatou.

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Sobre o autor

Ionara Santna