Eterno Cabeção, de Malhação, surge em maca e transplante é mostrado em foto: “Se submeteu”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Sérgio Hondjakoff precisou passar por uma intervenção cirúrgica
Aos 37 anos, o ator Sérgio Hondjakoff, o eterno Cabeção de Malhação, na Globo, é mais uma celebridade que precisou recorrer ao transplante capilar. Sendo assim, o famoso se submeteu à uma cirurgia para acabar com sua calvície.
Sérgio Hondjakoff, antes do transplante, usava um visual careca, mas agora o ex-galã já pode se exibir por aí com fios transplantados, que ainda crescerão nos próximos meses.
No procedimento que Sérgio Hondjakoff fez, o cabelo da própria pessoa é retirado do couro cabeludo de uma área que tem cabelo, chamada doadora e, posteriormente, é implantado fio por fio nos folículos da área sem cabelo. Aqui no Brasil, um procedimento cirúrgico deste tipo custa em média de R$14 a 20 mil.
Vários famosos e galãs da televisão já recorreram à técnica para sanar seus problemas com a calvície, como Malvino Salvador, Marcello Antony, Felipe Roque, Sérgio Guizé, Guilherme Fontes e ainda Diogo Nogueira, cantor e namorado de Paolla Oliveira.
Sérgio Hondjakoff interpretou o eterno Cabeção, em Malhação (Foto: Reprodução)
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Sérgio Hondjakoff expõe vício
Recentemente, Sérgio Hondjakoff abriu o jogo sobre seu tratamento pela dependência química do álcool. Assim, o famoso revelou o motivo de negar ter se internado em uma clínica de reabilitação:
"Buscava um momento de paz comigo mesmo. Se eu ficasse na casa do meu pai, teria vontade de beber de novo... Neguei que estava internado porque fiquei envergonhado com a exposição toda, não soube o que fazer, pensei: 'Vou negar e ver o que acontece'. Queria preservar o meu filho. Só minha mãe, meu pai e a mãe do meu filho sabiam", confessou ele em uma entrevista recente ao Domingo Espetacular, na Record.
Sérgio Hondjakoff explicou que o processo de se curar do vício é muito complicado, pois ele utilizava as bebidas alcoólicas como uma válvula de escape da realidade. "Quando você está fazendo o uso de alguma substância e usando isso como fuga, nos momentos em que você está sóbrio, fica pensando em consumir a droga", desabafou.