William Bonner

William Bonner

William Bonner é cercado por multidão, quase é preso, chora e expõe assassinato no estúdio do Jornal Nacional

William Bonner (Foto: Reprodução/TV Globo)
William Bonner (Foto: Reprodução/TV Globo)

William Bonner já passou por poucas e boas ao longo do tempo em que apresenta e edita o “Jornal Nacional”, da TV Globo

William Bonner já entregou diversos perrengues que passou na profissão no livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer”, de 2009. Além disso, o âncora da Globo já se mostrou extremamente vulnerável e chegou a chorar na bancada ao vivo em algumas ocasiões.

Em entrevista ao Memória Globo, o âncora falou sobre a cobertura da morte do Papa João Paulo II, em 2005. A equipe da emissora conseguiu chegar no Vaticano antes da confirmação da partida do religioso, e a ideia de Ali Kamel, diretor de jornalismo da platinada, era fazer o “Jornal Nacional” diretamente da cidade no dia da morte.

A correria foi tanta que William Bonner precisou se deslocar às pressas para as ruas do Vaticano para conseguir fazer a primeira entrada ao vivo anunciando a morte do Papa. No meio de uma multidão de religiosos, o jornalista recebeu a informação e conseguiu ser um dos primeiros veículos do mundo a noticiarem a partida de João Paulo II.

O problema é que para que tudo desse certo, o jornalista precisou da ajuda de policiais para atravessar uma barreira. Encurralado, ele conversou com os oficiais, que proibiram sua passagem e ainda fizeram ameaças. “Se o senhor passar para o lado de cá, será preso imediatamente”, disparou um deles.

William Bonner, então, entregou no livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer” que teve ajuda de algumas freiras para conseguir fazer a entrada ao vivo. “E as freirinhas da iam, agora alegres, pedindo licença aos peregrinos. E os peregrinos iam se espremendo para abrir passagem. E eu ia trilhando o rastro que elas deixavam”, revelou.

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CHORO AO VIVO

O âncora da Globo também já chegou a chorar ao vivo, em 2003. Após uma falha técnica em uma reportagem sobre a morte de Roberto Marinho, o jornalista precisou prestar suas homenagens de forma espontânea, ao vivo. “Eu fui lendo, lendo, lendo, muito lento, porque sou chorão, eu sei, e me emociono com muita facilidade”, avaliou.

ASSASSINATO EM ESTÚDIO

Por fim, William Bonner já entregou uma curiosidade bizarra sobre os estúdios em que apresenta o “Jornal Nacional” atualmente. Os estúdios onde ficam a bancada, foram palco de uma cena icônica das novelas brasileiras, de 1988. A personagem Odete Roitman, de “Vale Tudo”, foi assassinada no mesmo lugar que hoje se passam as notícias.

Foi nesse estúdio que em 1990 a Globo retirou todo o setor de dramaturgia do prédio do Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro, e deixou apenas o jornalismo. As novelas foram passadas para o Projac, inaugurado oficialmente em 1995, em Jacarepaguá.

William Bonner na cobertura da morte do Papa João Paulo II (Foto: Reprodução/TV Globo)
William Bonner na cobertura da morte do Papa João Paulo II (Foto: Reprodução/TV Globo)

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