William Waack perde a paciência com Bolsonaro, questiona saúde mental do presidente e gera polêmica
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
William Waack detonou Bolsonaro em sua coluna no Estado de São Paulo e gerou polêmica entre leitores
O jornalista do Estado de São Paulo, William Waack, gerou polêmica e virou um dos assuntos mais comentados na mídia depois de ter expressado o seu desprezo ao presidente Bolsonaro. Sem medo algum de falar o que pensa, ele acabou questionando a saúde mental do presidente da república, classificando ainda, os seus eleitores como 'fanáticos imbecilizados'.
Em um dos trechos de sua coluna no Estadão, William Waack detonou: “Bolsonaro acha que manda, mas não comanda nada a não ser fanáticos imbecilizados em redes sociais. Que não sabem até agora muito bem onde está o ‘Palácio de Inverno’ a ser tomado e ocupado. Eles são contra um monte de coisas. Mas ainda aguardam uma ordem específica do ‘mito’ sobre em qual direção marchar. E qual inimigo precisam aniquilar”.
Logo a publicação ganhou repercussão e virou debate nas redes sociais. Alguns apoiadores do presidente criticaram o apresentador pelo comentário, mas, outros defenderam o jornalista.
“Nunca achei que fosse defender o Wiiliam Waack aqui. Mas bela coluna ele subiu hoje no Estadão”, elogiou uma. “William Waack é só mais um jornalista medíocre, bobalhão metido a esperto. […] Foi demitido justamente pela Globo lixo. Um nada!”, criticou outra.
“De tanto se atormentar com fantasmas, Jair Bolsonaro está conseguindo que eles se tornem realidade. Cristaliza-se em círculos do Judiciário, Congresso e também entre oficiais-generais a ideia de que o arruaceiro institucional precisaria no mínimo ser declarado inelegível. E o caminho seria através dos tribunais superiores”, escreveu William Waack em outro trecho de seu artigo.
CONCLUSÃO
O jornalista ainda seguiu falando sobre os Setores do Congresso: “Setores do Congresso, do STF e das Forças Armadas estão conversando informalmente, e já se falou no Alto Comando do Exército em atribuir ao comandante dessa arma a missão de ‘pôr uma coleira’ em Bolsonaro. Dois personagens políticos de peso nessa paisagem, os caciques do Centrão Arthur Lira e Ciro Nogueira têm dito a jornalistas que desistiram disso”, concluiu ele.
Leia também
William Waack atacou Bolsonaro sem dó (foto: Reprodução/CNN Brasil)