Celebridades

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Ana Maria Braga surge em estreia de Lacombe na RedeTV e emissora é obrigada a exibir estrela da inimiga

Ernesto Luís Lacombe e Ana Maria Braga (Foto: Divulgação)
Ernesto Luís Lacombe e Ana Maria Braga (Foto: Divulgação)
Ernesto Luís Lacombe e Ana Maria Braga (Foto: Divulgação)
Ernesto Luís Lacombe e Ana Maria Braga (Foto: Divulgação)

Lacombe estreou novo programa na RedeTV! e teve que “engolir” nome de Ana Maria Braga

O apresentador Ernesto Luís Lacombe, estreou nesta segunda- feira, 28 de setembro, seu novo programa na RedeTV!, o Opinião no Ar.

Lacombe contou com a companhia dos jornalistas Amanda Klein e Silvio Navarro. O programa vai ao ar de segunda à sexta e ocupou uma extensa faixa de horário. De 11h45 às 13h.

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O que ele não esperava era que, logo no programa de estreia, teria que exibir o nome de uma famosa apresentadora da concorrência e ficaria sem ter o que fazer.

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Isso porque, enquanto estava sentado na bancada da atração, no telão atrás de sua cadeira, o nome da apresentadora Ana Maria Braga estava estampado. Não se sabe exatamente o motivo do nome da global ter ficado por tanto tempo no telão, mas os telespectadores não deixaram de reparar na “gafe”. Confira:

Ana Maria Braga aparece em programa de estreia de Ernesto Luís Lacombe na RedeTV! (Foto: Divulgação)

Barraco

Vale dizer que a atração de Lacombe, que saiu demitido da Band e assinou com a emissora concorrente, promete vários embates e já no programa de estreia causou polêmica.

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Com a presença do polêmico Sikêra Jr., Lacombe ficou entre os assuntos mais comentados nas redes sociais e diversos telespectadores acusaram o apresentador do Alerta Nacional de homofobia.

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Em entrevista para o jornal Folha de S. Paulo, o apresentador falou sobre seu posicionamento político. “Não gosto de ser chamado de bolsonarista porque não sou militante. Não tenho políticos de estimação, não sou partidário. Se não tiver senso crítico, se não for desconfiado, um jornalista deixa de existir”, contou.

“Não abro mão de defender menos Estado, livre mercado e um país com princípios morais, que respeite os valores em que construímos a nossa sociedade. É só olhar o que deu certo no mundo para definir o caminho para o desenvolvimento. É preciso apostar na manutenção do que funciona e na mudança gradual daquilo que pode melhorar”, conclui.

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