“Muito grave”, Ana Paula Renault detona Tiago Leifert e explode escândalo com o apresentador
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Ana Paula Renault relembrou polêmica com Tiago Leifert
Na tarde deste sábado, 18 de setembro, Ana Paula Renault marcou presença no Programa Raul Gil e foi a grande atração do quadro Pra Quem Você Tira o Chapéu?. Sempre muito polêmica e direta em seus pensamentos, a ex-participante do BBB não agiu diferente e acabou soltando o verbo.
Para se ter uma pequena dimensão, Ana Paula Renault se recusou em tirar o chapéu para Tiago Leifert e lembrou quando apresentador defendeu Laércio nas redes sociais. Ela lamentou que o famoso tenha minimizado nas redes sociais as suas reclamações sobre o comportamento do homem no BBB16.
“É o seguinte, o talento dele para a televisão é inegável, tanto que se revelou no esporte e está no entretenimento comandando qualquer produto com maestria, de forma super digna. Só que, quando eu estava no BBB, aconteceu um episódio grave”, começou a falar Ana Paula Renault no Programa Raul Gil.
“Ele ficou de um lado de um pedófilo e não me pediu desculpa até agora. Esse cara, que hoje está preso, sentava perto do banheiro para ver as mulheres tomarem banho. Eu acho que o Leifert naquela época nem imaginava que comandaria o programa”, disparou Ana Paula Renault no SBT.
Ana Paula Renault detonou Tiago Leifert no SBT (Foto: Reprodução)
EX-BBBB NÃO TIROU PARA OUTROS FAMOSOS
Além de Tiago Leifert, Ana Paula se recusou a tirar o chapéu para Sonia Abrão e Neymar. Em relação a apresentadora da RedeTV!, a ex-BBB lembrou do episódio em que ela interferiu no caso Eloá em 2008. Na época, a mulher fez uma cobertura completa e até chegou a conversar com o assassino.
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A respeito de Neymar, ela fez uma cobrança: “Me incomoda o chamarem de menino Neymar, ele é um homem, tem que ser responsabilizado pelos seus atos. A sociedade pega leve. Eu não tenho o que falar como jogador de futebol, mas não tiro pelo seguinte: falta, não que seja uma obrigação, mais politização”.