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Após dizer que não ama ser mãe, Samara Felippo desabafa novamente sobre maternidade: “Não é linda”

Samara Felippo e filhas (Foto: Reprodução/YouTube)
Samara Felippo abriu o coração sobre a maternidade (Foto: Reprodução/YouTube)
Samara Felippo entrou novamente no assunto ‘maternidade’ e acabou gerando mais uma polêmica ao afirmar que não se arrepende ao dizer que não ama tanto assim ser mãe.

Samara Felippo virou motivo de polêmica após dizer que não gosta tanto assim de ser mãe, apesar de amar suas duas filhas, Alicia, de 9 anos, e Lara, de 5, frutos de sua relação com Leandro Barbosa. A atriz reconheceu que seu posicionamento gerou bastante burburinho, mas que continua com a mesma linha de pensamento.

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Através do Instagram, a artista da Record comentou que viu muitas mulheres se identificaram com a sua situação e isso foi muito bom. “Grávida pela segunda vez, eu tive que deixar um dos projetos mais importantes da minha carreira, grávida de duas vi minha vida, trabalho e corpo transformados. Mas eu ainda romantizava a maternidade. ‘Ser mãe era aceitar tudo, ficar calada e jamais, jamais dizer que você não gosta daquilo. Você escolheu e será recompensada pelo amor incondicional dos seus filhos’. Meu post deu o que falar e sabem onde ele mais me tocou? Na quantidade de mulheres admitindo isso, se libertando da culpa”, escreveu.

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E continuou: “Não vou admitir que duvidem do amor imensurável que tenho pelas minhas filhas, mas vendem a mãe plena e não falam do lado B. […] Quando a maternidade é idealizada causa sofrimento, impedindo muitas mulheres de aproveitarem o lado realmente bom. Para mim a maternidade não é linda, lindo é o amor que nasce junto com eles e toda a parceria que é conquistada”.

Por fim, Samara Felippo fez um apelo às mulheres que largam suas vidas para serem mães. “Abro esse lugar de fala e luta pelo fim da invisibilidade de muitas mães. Mães que não voltam ao mercado de trabalho, que veem seus corpos transformados, que desistem de sonhos, que adoecem, que se colocam em segundo plano. Não é errado falar isso, pelo contrário, é nosso papel social. Desromantizar a maternidade também é, sobretudo, respeitar a diversidade, de mães adotivas, mães trans, mães lésbicas, mães solo, mães casadas.”

Samara Felippo e as filhas Lara e Alícia
Samara Felippo e as filhas Lara e Alícia (Foto: Reprodução)

Para quem não se lembra, tudo começou após a famosa fazer uma postagem sobre tudo o que ama e o que não ama. “Eu amo essa minha versão franja!! Eu amo todas as minhas versões!! Eu amo não permitir mais que me façam mal!! Eu amo os amigos que me cercam!! Eu amo minhas filhas!! Mas não amo tanto ser mãe(Boom! Polêmicaaaa). E eu amo ter coragem de falar isso!! Eu amo não sentir mais culpa!! (To em processo). Eu amo exercitar o não julgamento!! (To em processo) ”, disse ela.

“Eu amo minhas Deusas e Deuses negros!! Eu amo povo preto. Eu amo não competir com outras mulheres!! Eu amo homens feministas!!! Eu amo libertar e empoderar mulheres!! Eu amo nao ser escrava do “padrão”!! Eu amo o @sannaelidio. Eu amo as mulheres que lutam ao meu lado!! Eu amo um belo porre!! Eu amo tatuagem!!! Eu amo batom e unha vermelhos!! Eu amo meu irmão @gladstonefelippooficial ! Eu amo minha mãe!!.
Eu amo ficar com a ‘xuxinha’ do cabelo no pulso!!”, continuou ela.

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Em parceria com Baby Dove resolvi fazer uma reflexão sobre a romantização da maternidade e tudo que foi discutido no meu post da semana passada. Gravida pela segunda vez, eu tive que deixar um dos projetos mais importantes da minha carreira, gravida das duas vi minha vida, trabalho e corpo transformados. Mas eu ainda romantizava a maternidade. “Ser mãe era aceitar tudo, ficar calada e jamais, JAMAIS dizer que você não gosta daquilo. Você escolheu e será recompensada pelo amor incondicional dos seus filhos.” Meu post deu o que falar e sabem onde ele mais me tocou? Na quantidade de mulheres admitindo isso, se libertando da culpa. Na identificação imediata. Na empatia também daquelas que nem mães são. Não vou admitir que duvidem do amor imensurável que tenho pelas minhas filhas mas vendem a mãe plena e não falam do lado B. A famosa história de uma única versão, com o intuito de nos vender a verdade única e absoluta de ser mãe. E quando a maternidade é idealizada causa sofrimento, impedindo muitas mulheres de aproveitarem o lado realmente bom. Pra mim a maternidade não é linda, lindo é o amor que nasce junto com eles e toda a parceria que é conquistada. Aqui, junto com Baby Dove, que também acredita que não existem mães perfeitas, apenas mães reais, reforço a hashtag #maternidadereal, e abro esse lugar de fala e luta pelo fim da invisibilidade de muitas mães. Mães que não voltam ao mercado de trabalho, que veem seus corpos transformados, que desistem de sonhos, que adoecem, que se colocam em segundo plano. Não é errado falar isso, pelo contrário, é nosso papel social. Desromantizar a maternidade também é sobretudo respeitar a diversidade, de mães adotivas, mães trans, mães lésbicas, mães solo, mães casadas… “Mãe é mãe”, mãe não padece no paraíso, nem toda mãe é igual a você ou a sua mãe. A vida de mãe não é, nem tem de ser perfeita. Desafio cada uma de vocês a compartilhar o que a maternidade real significa, postando uma foto que mostre isso usando a hashtag #maternidadereal e marcando @babydovecare. Quando dividimos, percebemos que não estamos sozinhas e tudo fica mais leve. #babydove #maternidadereal #maededuas #diadasmaes #publi @babydovecare

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