Celebridades Fátima Bernardes

Após enganar Fátima Bernardes ao vivo, repórter pede desculpas à apresentadora e explica situação

Fátima Bernardes (Foto: Reprodução)
Fátima Bernardes (Foto: Reprodução)

Fátima Bernardes foi vítima de uma mentira enquanto apresentava o Encontro, da TV Globo, na última segunda-feira (1). A apresentadora foi surpreendida por um discurso motivacional sobre ciclos da vida feito por Cauê Fabiano, repórter do G1, que faz um giro de notícias ao longo da programação da emissora em 1 minuto.

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O profissional é conhecido por usar e abusar de camisetas com estampas ao vivo na programação e, surpreendentemente, decidiu revelar a Fátima que mudará seus gostos. “Usava essas estampas desde a faculdade, e sempre achei um privilégio poder me vestir assim para trabalhar, sem deixar de zelar pela seriedade e precisão da informação. Gosto de pensar que a vida é feita de ciclos. As camisetas cumpriram seu papel – um ciclo que se fecha, com sensação de dever cumprido. O futuro já começou”, declarou o repórter através de suas redes sociais.

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O que muitas pessoas não se ligaram no momento é que a fala de Cauê foi feita em pleno Dia da Mentira, portanto, nesta terça-feira (2), o repórter pediu desculpas à namorada de Túlio Gadêlha através de uma postagem no Instagram. “É óbvio que era Primeiro de Abril… Desculpa, Fátima”, pediu o rapaz.

Os seguidores do jornalista entraram na brincadeira e responderam a ‘revelação’ dele. “Foi a única pegadinha de ontem que eu realmente acreditei”, contou uma fã. “Ainda bem! Já ia até parar de te seguir”, disparou outra. Já uma terceira declarou: “Sabia! Suas camisetas são as melhores!”.

Cauê Fabiano (Foto: Reprodução/Instagram)
Cauê Fabiano (Foto: Reprodução/Instagram)
TÚLIO GADÊLHA DETONA JORNALISMO DA GLOBO

Túlio Gadêlha passou por um momento sincero e ‘rasgou o verbo’ ao falar sobre a Rede Globo, emissora que sua namorada trabalha. Em sua rede social, Túlio teceu duras críticas ao grupo Globo e o jornalismo da emissora, especialmente uma reportagem específica que falava sobre armazéns que serão demolidos para a construção de 12 torres em Recife (PQ).

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Túlio, então, criticou a abordagem das âncoras Raquel Novaes e Aline Midlej no telejornal Edição das 10 e deu o que falar em seu perfil oficial no Instagram.

“Após reportagem imparcial da jornalista Mônica Silveira, no estúdio, as âncoras Raquel Novaes e Aline Midlej vacilaram ao associar desenvolvimento à construção das torres no Cais. Desde quando construir edifícios é sinônimo de desenvolvimento? Até quando iremos negar a importância de uma cidade para todos, que respeite nosso patrimônio histórico e valorize o pouco que resta dos espaços públicos?”, iniciou.

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“A construção de edifícios de luxo do ‘Projeto Novo Recife’ só trará benefício para as construtoras e para quem puder morar lá. O #CaisJoséEstelita era uma área da União que jamais deveria ter sido entregue a um consórcio imobiliário. A verdade é que nossa cidade sempre foi planejada de acordo com o interesse das grandes construtoras, as principais financiadoras de campanhas eleitorais”. disse.

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“Hoje, Recife é uma cidade estrangulada pelo engarrafamento, pelos muros, pela falta de calçadas, de habitação digna, pela exclusão social, pela insegurança por conta de espaços públicos sem vitalidade. E agora o discurso do “desenvolvimento” tenta enganar a sociedade para levá-la a defender um empreendimento que nunca usufruirá. Concreto não é sinônimo de desenvolvimento, e sim, de exclusão”, concluiu ele.

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#GloboNews desinforma em matéria sobre o #Estelita. . Após reportagem imparcial da jornalista Mônica Silveira, do estúdio, as âncoras Raquel Novaes e Aline Midlej vacilam ao associar desenvolvimento à construção das torres no Cais. . Desde quando construir edifícios é sinônimo de desenvolvimento? Até quando vamos negar a importância de uma cidade para todos, que respeite nosso patrimônio histórico e valorize o pouco que resta dos espaços públicos? . A construção de edifícios de luxo do “Projeto Novo Recife” só trará benefício para as construtoras e para quem puder morar lá. . O #CaisJoséEstelita era uma área da União que jamais deveria ter sido entregue a um consórcio imobiliário. . A verdade é que nossa cidade sempre foi planejada de acordo com o interesse das grandes construtoras, as principais financiadoras de campanhas eleitorais. . Hoje, Recife é uma cidade estrangulada pelo engarrafamento, pelos muros, pela falta de calçadas, de habitação digna, pela exclusão social, pela insegurança por conta de espaços públicos sem vitalidade. . E agora, o discurso do “desenvolvimento” tenta enganar a sociedade para levá-la a defender um empreendimento que nunca usufruirá. . Concreto nunca foi sinônimo de desenvolvimento, e sim, de exclusão. #OutroCaisÉPossível

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