Falência: Gigante dos planos de saúde é desmascarada nos tribunais e deixa milhares de clientes abandonados
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a falência de uma gigante dos planos de saúde
Sabemos bem que quando o assunto se trata de falência de grandes empresas, vocês gostam de saber detalhes de simplesmente tudo o que acontece.
Dessa forma, hoje vocês saberão tudo sobre a gigante dos planos de saúde que simplesmente é desmascarada nos tribunais e deixa milhares de clientes abandonados. Vamos conferir?
Bom, sem mais delongas, de acordo com informações do portal JuriNews, a União e a Agência Nacional de Saúde (ANS) foram condenadas ao pagamento de indenização pelos danos causados aos consumidores e prestadores de serviço credenciados às operadoras de plano de saúde M.A.S. Gester e Top Care.
O que aconteceu com a Top Care?
A situação de grande plano de saúde – Foto Internet
A situação de grande plano de saúde – Foto Internet
Bom para quem não sabe, a empresa Top Care e M.A.S Gester, estão em processo de falência. Segundo as informações divulgadas pela fonte, as empresas atuavam no estado do Pará e estão em processo de falência. O valor da indenização ainda será definido, acrescido de correção monetária e de juros moratórios.
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Assim, é importante que todos saibam ainda que os consumidores e prestadores de serviço prejudicados pela falência dos dois planos de saúde poderão requerer o recebimento da indenização por intermédio de advogado privado ou da Defensoria Pública da União (DPU).
Dessa forma, o processo que vai resultar na liberação dos recursos tramita na 2ª Vara Federal do Pará, conforme o que foi dito sobre o caso.
Por fim, é importante ressaltar ainda que o TRF-1 considerou que ficou comprovada a responsabilidade da ANS por conceder, indevidamente, registro provisório à operadora M.A.S. Gester e de concordar com a posterior absorção de suas atividades pela empresa Top Care.
Segundo o que foi dito, ambas estavam desprovidas da robustez financeira para operar planos de saúde. Quanto à União, o Tribunal considerou que houve omissão no seu dever de fiscalizar adequadamente a atuação da agência reguladora, o que enseja o dever de indenizar as pessoas afetadas.