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Globo demoniza evangélicos, inicia guerra macabra com Edir Macedo e escancara: “Exorcismo”

Edir Macedo e seu império foram alvos de diversas denúncias ao longo de 4 décadas (Foto: Reprodução)
Edir Macedo (Foto: Reprodução)

Edir Macedo foi alvo de um dos maiores golpes que a Globo promoveu contra a Igreja Universal do Reino de Deus e até mesmo a Record

A Globo e a Record já travam uma guerra há muitos anos, mas em 1995 a platinada se superou. A minissérie “Decadência” era uma clara crítica à Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, que também é o dono da emissora da Barra Funda, em São Paulo.

De acordo com o Notícias da TV, a produção de Dias Gomes, conhecido autor da Globo, teve 12 capítulos exibidos entre 5 e 22 de setembro daquele ano. A trama mostrava o pastor Mariel, vivido por Edson Celulari, que está falido, mas se torna milionário após fundar a igreja Templo da Divina Chama.

O protagonista ficou meses assistindo a programação religiosa da madrugada, que já existia na época, e conseguiu entrar bem no personagem. A história era bem suja, e mostrava o pastor contratando um braço direito, PJ Tavares (Luiz Fernando Guimarães), que era uma espécie de PC Farias.

Mariel comprava redes de televisão e rádio no Brasil e fora do país e contava em PJ a oportunidade de atuar como lobista junto a deputados em Brasília. Por causa da polêmica que gerou aos evangélicos, o autor, morto em 1999, declarou ao jornal O Globo que pastores honestos não deveriam se incomodar com a produção, apenas aqueles que a carapuça servir.

Como se já não fosse o bastante, o “Fantástico” mostrou naquele ano uma reportagem sobre a arrecadação de dinheiro de fiéis e exorcismos praticados por igrejas pentecostais. O “Jornal Nacional” também exibiu a polêmica reportagem que mostrava Edir Macedo ensinando pastores a convencerem frequentadores de suas igrejas a darem dinheiro.

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A Record tentou devolver os ataques mostrando manchetes que desmoralizavam o papel da Globo na sociedade, mas isso não durou muito tempo. O pastor Sérgio Von Helder chutou uma santa no palco do programa “O Despertar da Fé” e gerou uma revolta nacional de católicos, devotos de Nossa Senhora Aparecida.

SÁTIRA DESCARADA

A revista Veja jogou a última pá de terra em cima da Record ao fazer uma análise de “Decadência” expondo a clara tentativa da Globo de fazer uma sátira sobre Edir Macedo, já que o personagem principal também é preso por charlatanismo e curandeirismo, assim como o empresário.

VINGANÇA FALIDA

A Record também contratou um ex-funcionário da Globo para fazer uma sátira sobre a história da emissora carioca. “Será a história de um jornalista medíocre que herda um jornal falido do pai, faz um pacto com a ditadura, funda uma emissora de TV e enriquece loucamente”, contou Romero Costa Machado, que nunca viu sua produção sair do papel.

Edson Celulari como Mariel em "Decadência", uma clara sátira a Edir Macedo (Foto: Reprodução/TV Globo)
Edson Celulari como Mariel em “Decadência”, uma clara sátira a Edir Macedo (Foto: Reprodução/TV Globo)

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Quem escreve

Paulo Vito

Paulo Vito é um jornalista que trabalha com celebridades desde 2017 e admira tudo o que envolve o mundo dos famosos e da televisão. Está sempre de olho no que acontece nas redes sociais e faz questão de prestar atenção nas polêmicas e novidades!

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