Fez História

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Globo faz especial dobre Ayrton Senna

Globo (Foto: Divulgação)
Globo (Foto: Divulgação)

Morte de Ayrton Senna choca o Brasil e Globo entra às pressas com notícia

Ayrton Senna (Foto: Divulgação)
Ayrton Senna (Foto: Divulgação)

Na coluna ‘Fez História’ de hoje, domingo (05), vamos relembrar a trágica morte do piloto Ayrton Senna, que fez com que o jornalista da emissora dos marinhos entrasse às pressas com ‘Plantão da Globo’.

Para quem não se recorda, Ayrton Senna da Silva morreu, aos 34 anos de idade, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália, no dia 1 de maio de 1994.

Vale informar que aquele final de semana foi marcado por acidentes na Fórmula-1. Isso porque o piloto austríaco Roland Ratzenberger havia falecido durante os treinos do dia anterior. E o brasileiro Rubens Barrichello também havia sofrido um acidente no mesmo local em que Ayrton Senna faleceu.

Além disso, apesar de a justiça italiana determinar que a corrida seja interrompida em caso de morte, o Grande Prêmio continuou naquele dia.

Cena do acidente de Ayrton Senna (Foto: Divulgação)
Cena do acidente de Ayrton Senna (Foto: Divulgação)

COBERTURA DA EMISSORA GLOBO

No dia do fatídico acidente de Ayrton Senna, a Globo estava ao vivo durante a transmissão do Grande Prêmio de San Marino. O jornalista Roberto Cabrini, que já estava no local, seguiu na mesma hora para o Hospital, em Bolonha, para onde o piloto estava.

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Após isso, vários boletins sucessivos sobre o estado de saúde dele surgiram e às 13h40, a emissora anunciou a morte de Ayrton Senna para os milhões de telespectadores que acompanhavam as informações da Globo ansiosos por alguma notícia.

ROBERTO CABRINI FALA SOBRE COMO FOI DAR A NOTÍCIA AO BRASIL

Pouco tempo depois, Roberto Cabrini revelou durante uma entrevista como foi dar a notícia da morte do piloto.

“Foram vários boletins, cada um com um estado de saúde mais grave do que o outro. E eu convencido de que ele tinha morrido, porque no primeiro boletim, os médicos disseram que estavam fazendo de tudo para salvá-lo, mas no segundo, deram uma entrevista coletiva enorme […] O médico que está fazendo de tudo para salvar alguém não fica dando entrevista coletiva, fica ao lado do paciente para salvá-lo”, começou o jornalista.

E continuou: “E foi isso que aconteceu: um boletim com o estado de saúde mais grave que o outro, a morte cerebral e, por fim, o anúncio da morte. Eu sabia que era como anunciar a morte de um parente próximo de cada um dos brasileiros. Era preciso manter a precisão das informações e, ao mesmo tempo, passar emoção”

CLIMA TRISTE NO BRASIL

Naquele dia, o narrador Galvão Bueno, que era grande amigo de Ayrton Senna, após encerrar a transmissão da corrida, seguiu de helicóptero ao hospital, onde soube da morte do piloto.

Além disso, se afastou da cobertura jornalística da Globo e ficou responsável pela liberação do corpo, para que fosse feito o translado ao Brasil.

O ‘Fantástico’, que dedicou o programa jornalístico à cobertura da morte de Ayrton Senna, exibiu imagens do acidente e da reação emocionada dos fãs. Foi uma comoção nacional. As ruas de São Paulo e Rio de Janeiro ficaram desertas. Nos estádios de futebol, as torcidas improvisaram faixas e cartazes, além de gritarem o nome do piloto.

Para quem não se recorda, foi decretado luto oficial de três dias e ponto facultativo nas repartições públicas de São Paulo no dia 5 de maio, que foi quando aconteceu o enterro no cemitério do Morumbi.

Na manhã deste mesmo dia, a emissora Globo transmitiu, ao vivo, toda a cerimônia, com narração de William Bonner. Vale ressaltar, que o velório durou mais de 22 horas e foi acompanhado pela repórter da Globo Beatriz Thielmann e contou com mais de 240 mil pessoas.

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