Lázaro Ramos expõe cenas quentes de Taís Araújo, comenta sobre nova super produção e detalha: ‘Dá desespero’
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Diretor do filme ‘Medida Provisória’, Lázaro Ramos dirigiu cenas quentes da esposa Taís Araújo
Lázaro Ramos participou na última segunda-feira (10), do programa Roda Viva, da TV Cultura, onde ele falou sobre carreira, casamento com Taís Araújo e sobre seu mais novo filme, o ‘Medida Provisória’.
Um dos momentos mais engraçados da entrevista com Lázaro Ramos, foi ele comentando sobre as cenas românticas que Taís Araújo interpreta no filme.
Taís Araújo e Alfred Enoch no filme ‘Medida Provisória’, de Lázaro Ramos (Foto: Mariana Vianna)
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“Fiquei morto de ciúmes. Fiquei, mesmo. Geralmente eu não tenho, não sei o que aconteceu, mas eu estava muito envolvido no filme”, disse ele, com direito à reação em tempo real de Tais, que acompanhou a entrevista na bancada do programa.
O filme estreia em todo o Brasil nesta quinta-feira (14), e Lázaro Ramos falou sobre dividir o pessoal do profissional: “Mas é estranho, é esquisito. ‘Beija mais, repete’. Dá desespero quando erra a cena [risos]. Tive que aprender, conversei [com ela], ó que mico!”.
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Na trama, Taís Araújo interpreta a médica Capitu, casada com o advogado Antônio, interpretado pelo ator Alfred Enoch.
INTENÇÃO DO FILME
Medida provisória, dirigido por Lázaro Ramos, é um filme que mostra um futuro distópico, em que o governo brasileiro cria um MP para reparar o passado escravocrata, obrigando a população negra a migrara para a África para voltar as origens.
Lázaro comentou também sobre as mudanças de tema do filme durante os anos até o cenário atual da política brasileira: “Era um filme pra pensar em coisas que não gostaríamos de ver em nosso país, que se tornasse um alerta. O tempo passou, várias coisas aconteceram e o filme se tornou um espelho, com os caminhos políticos que a gente escolheu, as perversidades que aconteceram ao longo do tempo. É muito triste: eu não queria fazer um filme que fosse um espelho, mas que fosse um alerta”.