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Monica Iozzi diz que se arrepende com matérias do Bolsonaro na época do CQC: ‘Para nós ele era um personagem tão bizarro que era engraçado’

Monica Iozzi revelou que foi apaixonada por Rafael Cortez (Foto: Reprodução)
Monica Iozzi revelou que foi apaixonada por Rafael Cortez (Foto: Reprodução)

A atriz Monica Iozzi deu uma entrevista para Rafael Cortez em vídeo publicado nesta terça (03) no canal Love Treta com Rafael Cortez.

Ela revelou que foi apaixonada por Rafa. “Eu era muito fã do CQC, e eu era louca por ele, e minha prima as vezes me gritava que começou o CQC, e eu dizia que não iria ver hoje, porque ‘eu não aguento ver o CQC sabendo que eu nunca vou chegar perto dele, nunca vou poder dar um beijo nele. Ai quando eu cheguei no CQC isso tudo acabou. A gente virou amigo, se apaixonou de outro jeito. Mas eu já beijei você”, revelou.

Questionada se faria uma orgia, ela nega. “Eu não gosto de orgia, você não dá atenção para ninguém. Não tenho nada contra. Mas não sou uma pessoa de orgias”, comentou.

Outro assunto da entrevista foi uma possível vitória nas urnas de Jair Bolsonaro. “Se esse cenário assustador se concretizar, vai ter questões muito mais graves para se preocupar. Vai ter uma perseguição declarada. Ele disse há pouco tempo que se assumisse o poder ele instituiria um golpe. A gente já vive um golpe, mas seria um golpe mais claro. Com Jair Bolsonaro Presidente a gente teria que ter medo da perseguição mesmo”, opinou.

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“Um cara que não se pronuncia com o assassinato de uma vereadora, que lutava pelos direitos humanos, direito de todos inclusive dos policiais, porque existe esse discurso idiota que quem defende direitos humanos defende bandido. Enfim, o cara é todo errado. A gente trabalhou em Brasília, a gente sabe. Cara nunca propôs um projeto, não propôs nada, não tem nada dele. É um cara que vem trabalhando na base da falácia”, completou.

Ela também relembrou as matérias com o deputado na época do CQC. “Hoje eu fico pensando, a gente do CQC teve um papel principal assim, coisa que eu me arrependo, porque a gente sem querer… Ele era um cara tão ignorante, tão patético, sem nenhum tipo de competência e com valores morais tão deturpados que para nós ele era um personagem tão bizarro que era engraçado e a gente não tinha ideia que boa parte da população se identificaria com um ser humano tão vil assim. Mas enfim, eu acho que acho que infelizmente a gente contribuiu”, disse.

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Sobre o autor

Vinícius Vieira

Analista de televisão há mais de 10 anos, Vinícius Vieira é redator e escreve sobre o assunto há pelo menos 6 anos e é um apaixonado pelo assunto, principalmente a TV aberta. Contato e profissional: vinicarvalhocontato@outlook.com