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O fim de 2021: o que as emissoras precisam fazer para se reerguerem no novo ano?

2022 será um ano desafiador para as emissoras (Foto: Reprodução/TV Globo/SBT)
2022 será um ano desafiador para as emissoras (Foto: Reprodução/TV Globo/SBT)

O que o futuro reserva em inovações para a Globo, Record, SBT e Band em 2022? Leia a seguir coluna opinativa sobre a televisão brasileira

O ano de 2022 acabou de chegar e com ele vieram algumas dúvidas referentes ao futuro da televisão. Os próximos meses prometem grandes estreias e várias trocas de profissionais entre empresas, já que muitas negociações estavam congeladas devido à pandemia. Agora, resta saber se estas mudanças farão Globo, SBT, Record e Band crescerem novamente.

A chegada dos streaming deu um verdadeiro banho de água fria nos aficionados por números de audiência da TV aberta. Plataformas digitais e conteúdos direcionados somente para o público da internet fizeram com que algumas pessoas simplesmente desistissem de sintonizar seus televisores em determinados horários apenas para assistirem a algum programa.

É impossível imaginar que a Globo volte a atingir com facilidade 40 pontos em uma novela, ou o SBT arrebentar com 20 pontos domingo à noite. A mudança na forma de consumir televisão causou uma verdadeira debandada de telespectadores, e a tecnologia tem grande culpa nisso.

A Band é a emissora que está com mais sangue nos olhos para brilhar em 2022. A emissora contratou Faustão, Adriana Araújo, Anne Lotterman, Cris Dias, Glenda Kozlowski e Zeca Camargo para a sua programação e não tem poupado investimentos financeiros em suas instalações.

A Globo, por sua vez, desistiu de insistir em alguns nomes e formatos que não deram certo nos últimos anos. Fernanda Gentil foi um deles. A jornalista não conseguiu emplacar nem o “Se Joga”, nem o “Zig Zag Arena”, e chegou a ver cerca de 7 episódios gravados de seu game show jogador no lixo pela platinada.

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SERÁ QUE VENDE?

O SBT está à venda. A emissora de Silvio Santos vale mais de R$ 1 bilhão, mas se depender do Homem do Baú, não valerá nada. Ainda não se sabe qual foi a motivação para o empresário buscar um comprador, mas tudo indica que a programação da emissora está defasada com a falta de inovações em seus formatos. Quem assiste o “Programa do Ratinho”, automaticamente se transporta para um SBT de 1998, cheio de declarações preconceituosas.

PROGRAMAÇÃO RELIGIOSA

Por fim, tem a Record, que enquanto não se livrar das amarras evangélicas, terá uma programação limitada, cheia de pudores e de conformismos. Quando poderia investir em conteúdo no início da madrugada, a emissora é derrubada pela programação da Igreja Mundial do Reino de Deus. Se Edir Macedo abrisse mão, a empresa teria mais chances de confrontar as adversárias no horário.

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Quem escreve

Paulo Damião

Paulo Damião é um jornalista que trabalha com celebridades desde 2017 e admira tudo o que envolve o mundo dos famosos e da televisão. Está sempre de olho no que acontece nas redes sociais e faz questão de prestar atenção nas polêmicas e novidades!

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