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Falência, agências fechadas e desespero: O triste fim de bancos GIGANTES em país que desencadeou o caos

Caos e desespero tomaram conta de mercado financeiro de país após a falência de dois grandes bancos (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)
Caos e desespero tomaram conta de mercado financeiro de país após a falência de dois grandes bancos (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)

Dois importantes e GIGANTES bancos em país tiveram falência decretada e situação desencadeou uma série de consequências desastrosas

Está mais do que certo que 2023 está sendo o ano das falências, fechamentos de estabelecimentos, entre outras crises. E se você pensa que somente o varejo está sendo atingido, está muito enganado!

Por mais inacreditável que isso pareça ser, até mesmo alguns bancos estão sofrendo com essa “onda devastadora”, causada pela terrível e implacável crise financeira, que está atingindo o Brasil e o mundo.

Pois é, só em março do ano de 2023, dois poderosos e gigantes bancos, dos Estados Unidos, entraram em falência, causando desespero e explodindo o caos como “pavio de pólvora” no mercado financeiro do país.

Vale dizer que desde a crise ocorrida em 2008, aonde a incerteza tomava conta do território norte americano, essas notícias de falências relâmpagos, de longe, foram as que mais surpreenderam investidores e causaram reações diversas.

Silicon Valey Bank (SVB)

Segundo o portal FDR, esse foi o maior caso de falência envolvendo um banco americano e o segundo maior da história estadunidense.

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O SVB era conhecido majoritariamente pelo financiamento de empresas no ramo de saúde e tecnologia, estando envolvida em quase metade dos negócios dos nichos citados.

Esse importante banco operava desde 1983 e estava entre os 20 maiores bancos do país. Ele tinha escritórios no Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Canadá, Alemanha, entre outros países.

A falência, surpreendeu ainda mais pela rapidez em que o processo se fez, um prazo aproximado de 48 horas.

De acordo com o portal CNN, devido ao aumento da inflação no Estados Unidos no ano passado, o Federal Reserve (Instituição que tem como intuito  estabilizar o dólar), tomou medidas para conter o crescimento inflacionário.

Isso fez com que a taxa de juros sobre empréstimos tomados em bancos tivesse um aumento significativo. Sendo assim, os títulos a longo prazo foram sendo cada vez mais desvalorizados.

Essa medida prejudicou o SVB que, assim como outros bancos do ramo, utilizam de taxas de juros mínimas nestes tipos de negociação. Para se ter ideia, alguns bancos chegam a cobrar taxas próximas a zero em títulos desta categoria.

Os títulos, avaliados em R$100 bilhões, estavam rendendo cerca de 1,79%, nem metade do retorno quando olhamos para o Tesouro de 10 anos, cujo rendimento gira em torno de 3,9%.

Devido a isto, os investidores iniciaram uma série de saques envolvendo fundos administrados pela Silicon Valley Bank, fazendo com que o banco anunciasse que estava negociando seus títulos sem obter nenhum tipo de lucro.

Inclusive, estavam negociando com margem para prejuízos. Da noite pro dia, logo pela manhã,  as ações do banco estavam em queda. Temendo uma nova crise, como a de 2008, os investidores, em pânico, começaram a retirar TODO os seus investimentos.

Não suportando o impacto, o banco acabou anunciando a falência no dia 10 de março de 2023, e como mencionamos, tudo isso em um período recorde

Signature Bank

Pouco tempo depois, no dia 12 de março, chegou a vez de outro grande banco fechar as suas portas, o  Signature Bank, que também causou um enorme sentimento de choque e desespero para com seus investidores.

Segundo o portal Info Money, similar ao SVB, seus gestores e investidores também souberam dessa medida, pouco tempo antes do anúncio vir à público.

Na ocasião o banco enfrentou o desespero dos correntistas que começaram a arrancar o dinheiro das contas de uma única vez, o que acabou complicando ainda mais sua situação.

Ainda segundo o portal, o  Signature Bank, atuava como um banco comercial licenciado pelo estado de Nova York que possuía cobertura do FDIC, tinha ativos totais de cerca de US$ 110,36 bilhões e depósitos totais de aproximadamente US$ 88,59 bilhões desde o dia 31 de dezembro de 2022.

Segundo o portal G1, essa falência do Signature Bank está como a terceira maior da história dos EUA.

Com o fechamento do Signature  Bank, os ativos foram assumidos pelo Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), que também passou a administrar as finanças do, também falido,  Silicon Valley Bank.

Vale mencionar que em setembro do ano de 2022, quase  25% dos depósitos do Signature Bank vinham do setor de criptomoedas.

A corretora de criptomoedas Coinbase, por exemplo, afirmou que tinha saldo de US$ 240 milhões no Signature Bank e que espera recuperar essa quantia.

De acordo com um relatório do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), divulgado pelo portal CNN, o que causou esse colapso repentino do  Signature Bank foram os “erros de gestão”.

Segundo relatório, a administração do banco  nem sempre atendeu às preocupações dos examinadores do FDIC e nem sempre reagiu de forma apropriada ou oportuna ao abordar as recomendações de supervisão.

Os efeitos de “contágio” da falência do Silicon Valley Bank e da auto-liquidação do Silvergate Bank, que ocorreram poucos dias antes de o Signature Bank ser forçado a fechar, ajudaram a iniciar a corrida aos depósitos, como mencionamos acima.

Mas ainda assim o FDIC disse que essa não era a causa raiz das falhas do banco. Em particular, a administração do banco não entendeu completamente os riscos associados à aceitação de depósitos de criptomoedas, que comprometeu mais de 20% de seus depósitos totais.

“Ponta de um Iceberg”

Toda essa situação está gerando um certo alerta e pânico em muitos cidadãos americanos. Isso porque essa situação delicada não se trata de apenas UM CASO ISOLADO, e tudo indica ser apenas a “ponta de um iceberg”.

Todas essas “perdas” estão levantando preocupações pertinentes no setor financeiro, afinal de contas, é possível que estejamos diante de uma possível nova crise bancária no território norte americano?

Segundo o portal Info Money, após essas falências, o Bank of America (BofA), o segundo maior banco dos EUA em ativos, enfrentou perdas expressivas, ultrapassando US$ 100 bilhões, no final do primeiro trimestre, de acordo com dados da Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC).

Essas perdas são decorrentes da desvalorização de títulos públicos adquiridos pelo banco durante a pandemia de Covid-19.

No total, as perdas não realizadas no Bank of America representam um quinto dos US$ 515 bilhões de perdas totais não realizadas nas carteiras de valores mobiliários de quase 4.600 bancos do país, de acordo com dados do FDIC.

O banco afirmou que não tem planos de vender os títulos, evitando, assim, perdas concretas que, por enquanto, existem apenas no papel.

Similarmente, o JPMorgan Chase e o Wells Fargo, também enfrentam perdas significativas, cada um com cerca de US$ 40 bilhões em perdas não realizadas no mercado de títulos. Já o Citigroup registrou uma perda de papel de US$ 25 bilhões.

Mas e agora? Ainda resta esperança?

Mas apesar de todo esse cenário preocupante e, até mesmo, caótico, o Federal Reserve (Banco Central Americano), divulgou que, por mais que essas perdas sejam significativas, o Bank of America, assim como as demais  instituições financeiras se saíram bem em um recente teste de estresse no sistema bancário.

Esse teste simulou condições “severamente adversas” na economia dos EUA e concluiu que os 23 principais bancos americanos, em uma hipotética recessão, permaneceram acima dos requisitos mínimos de capital.

É bom destacar que o Federal Reserve está monitorando de perto a situação e busca garantir a estabilidade do sistema bancário.

As perdas não realizadas representam um risco potencial, mas as estratégias adotadas pelos bancos e a capacidade de se adequar a condições adversas são fatores que contribuem para a resiliência do setor.

 

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Quem escreve

Lennita Lee

Meu nome é Lennita Lee, tenho 32 anos, nasci e cresci em São Paulo. Viajei Brasil afora, e voltei para essa cidade, afim de recomeçar a minha vida. Sou formada em moda pela instituição "Anhembi Morumbi" e sempre gostei de escrever. Minha maior paixão sempre foi a dramaturgia e os bastidores das principais emissoras brasileiras. Também sou viciada em grandes produções latino americanas e mundiais. A arte é o que me move ... Atualmente escrevo notícias sobre os últimos acontecimentos do cenário econômico, bem como novidades sobre os principais benefícios e programas sociais.