Roberto Carlos e Erasmo Carlos se envolvem em quebra-pau nos tribunais e têm pior sentença: “Irrevogável”
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Os cantores se deram mal em processo na justiça
Depois de irem à justiça mais uma vez para conseguir de volta o direito de algumas composições, Roberto Carlos e Erasmo Carlos sofreram uma nova derrota e os tribunais decidiram que a decisão é irrevogável, ou seja, não tem mais jeito.
De acordo com Alessandro Lo-Bianco, colunista do A Tarde é Sua, no auge dos 20 e poucos anos, os artistas assinaram contrato com uma editora cedendo nada menos que 98 músicas, incluindo grandes sucessos, como “é preciso saber viver” e “se você pensa”.
Como hoje se consolidaram como os maiores compositores do país, eles querem o direito das próprias músicas de volta, e alegaram nos tribunais que não sabiam da grandiosidade em ceder tudo à editora na época. No final do ano passado, eles já tinham tentado recuperar outras obras e também não conseguiram.
Roberto Carlos e Erasmo Carlos queriam mudar o acordo apenas para um licenciamento, e não os totais direitos autorais. Mas, acabou não dando certo pela segunda vez.
De acordo o jornalista de Sonia Abrão, os juízes bateram o martelo mais uma vez e ficou decidido que é definitivo e irrevogável, e a empresa continuará sendo detentora das músicas, afinal, o contrato foi assinado pelos próprios.
Erasmo Carlos e Roberto Carlos (Foto: Reprodução)
Leia também
Eles seguirão recebendo os devidos lucros das composições, mas elas não pertencem a eles. Os parceiros terão apenas o direito de proibir a criação de novas versões e participações em ações publicitárias.
As músicas envolvidas nos processos foram escritas entre 64 e 87. O contrato foi firmado pela dupla quando tinham cerca de 23 anos, sem ideia de que seriam famosos em todo o mundo.
Vale dizer que a decisão da justiça deve tirar milhões de reais do bolso dos artistas. Afinal, suas músicas são bastante ouvidas nas plataformas de streaming, e os lucros muito maiores do que antigamente. No entanto, como eles não possuem o direito das obras, recebem apenas uma pequena parcela da fortuna.