Tráfico, estelionato, formação de quadrilha, dívida com Denílson e procurado na Justiça; Belo tem vida exposta
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Após ser envolvidos em vários momentos complicados, Belo teve sua vida exposta
O cantor Belo e a esposa, Gracyanne Barbosa, foram alvo da Justiça de São Paulo há um ano e cinco meses por uma dívida de 3 mil reais no hospital São Camilo Ipiranga.
De acordo com informações da administração do Hospital, Belo firmou um contrato de prestação de serviços, para intervenção clínica e hospitalização de Gracyanne Barbosa, no mês de dezembro de 2018. Mas, mesmo a unidade hospital ter honrado suas obrigações, o casal não cumpriu o devido pagamento.
Recentemente o hospital pediu um nova tentativa de citação, na Barra da Tijuca, mas sem sucesso.
Inclusive, essa não é a primeira vez que o casal enfrenta problemas na Justiça.
DÍVIDA COM DENÍLSON
Para quem não sabe, em 1999, o ex-jogador Denílson comprou os direitos do grupo Soweto, no qual Belo era vocalista. Mas, em 2000, o cantor saiu da banda para seguir carreira solo.
Com isso, Denilson processou o cantor, alegando uma quebra de contrato e levou o caso para a Justiça.
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Sendo assim, no ano de 2004, Belo foi condenado a indenizar o comentarista do ‘Jogo Aberto’. Atualmente, com multas e correções, a dívida chega a 5 milhões de reais.
SOBRE A ASSOCIAÇÃO COM O TRÁFICO
No ano de 2002, o pagodeiro foi acusado de envolvimento com traficantes do Rio de Janeiro. E após ficar foragido, se apresentou à Justiça e teve prisão preventiva decretada.
Na ocasião, a polícia descobriu conversas entre Belo e Valdir Ferreira, o Vado, apontado como gerente do tráfico na favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio.
O traficante pedia 11 mil reais para comprar ‘tecido fino’, que para os policiais, se referia a cocaína.
ESTELIONATO E FORMAÇÃO DE QUADRILHA
E não para por aí, no ano de 2013, Belo e mais 7 pessoas de sua equipe foram acusados de estelionato e formação de quadrilha. Na época, eles eram suspeitos de aplicar um golpe na empresa Táxi Aéreo Poty.
O cantor e sua equipe fretaram quatro aeronaves para levá-los de Teresina para Recife e pagaram com três cheques no valor de 29 mil cada.
Mas, de acordo com a empresa, Belo teria sustado os cheques antes que fossem efetuados os pagamentos.
Mas, em agosto do mesmo ano, a produtora de Belo e a empresa de táxi chegaram a um acordo.